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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

05/05/2012 13:44

"Falta acertar com a Polícia Civil e administrativos", diz André sobre reajuste

Aline dos Santos e Wendell Reis

Governador diz que Fetems mentiu a respeito de negociação salarial

Governador disse que pretende corrigir desequilíbrio entre as categorias do funcionalismo. (Foto: Minamar Júnior)Governador disse que pretende corrigir desequilíbrio entre as categorias do funcionalismo. (Foto: Minamar Júnior)

O governador André Puccinelli (PMDB) afirmou neste sábado que só falta finalizar a negociação salarial com a Polícia Civil e os administrativos da Educação.

Na próxima semana, os projetos de reajuste seguem para a Assembleia Legislativa. O reajuste linear, para todas as categorias, foi de 6%, com impacto de R$ 9 milhões na folha de pagamento.

Conforme a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), os administrativos querem reajuste de 17% e recusaram a proposta de 6% feita pelo governador.

A informação foi rebatida hoje por Puccinelli. “Está saindo, na segunda-feira, nota que a Fetems mentiu. O reajuste foi de 22,73%. Só os administrativos que receberam acréscimo lá atrás que tiveram 6%”, explica. A categoria dos administrativos é formada por 7.500 servidores.

Já a Polícia Civil recebeu proposta de reajuste de 10.23% para investigador, escrivão, agente de polícia científica e perito papiloscopista. Os policias queriam 27%.Sobre a negociação salarial, o governador defende que está transformando as categorias para subsídio.

“Pode afirmar que não existe nenhum cargo ou função, mesmo tendo dado 0% de aumento no primeiro ano e 3% no segundo ano, que não tenha recolocado toda a inflação do período. Só os delegados que repuseram apenas a inflação. Todas as outras categorias tiveram ganho nominal. Algumas delas chegaram acima de 100% de ganho nominal. As que ganhavam menos. Estou procurando tirar o desequilíbrio muito grande que existia”, justifica.

O Governo do Estado pretende retomar as negociações com os servidores no mês de agosto, quando serão discutidas questões como condições de trabalho e qualificação.

Hoje, Puccinelli participou da entrega de casas no portal Caiobá 2, em Campo Grande.



Governador, é preciso levar em consideração as especificidades do estado de MS: limítrofe com dois países por onde entram drogas e armas que dilaceram as famílias brasileiras e para onde escoam os veículos furtados no Brasil. Penso que o Governo do MS deve dialogar com o Governo Federal no sentido de obter subsídio para complementação dos salários da PM e da PC. A União pode e deve ajudar o MS.
 
Roberto Tazarini Padovanni em 05/05/2012 04:30:10
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