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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

21/10/2015 13:51

Governador diz que é preciso aliviar tensão para começar a demarcar terras em MS

Mariana Rodrigues e Leonardo Rocha
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou, na manhã desta quarta-feira (21), que é preciso avançar nas pautas de negociações com o Governo Federal. (Foto: Fernando Antunes)O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou, na manhã desta quarta-feira (21), que é preciso avançar nas pautas de negociações com o Governo Federal. (Foto: Fernando Antunes)

Depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) suspendeu liminar que pedia a reintegração de posse de três fazendas ocupadas por índios Kaiowá Guarani, na região de Antônio João - distante 279 km da Capital, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou, durante abertura da Semana Nacional de Ciências e Tecnologia, realizada no Teatro Aracy Balabanian na manhã desta quarta-feira (21), que é preciso avançar nas pautas de negociações com o Governo Federal.

Segundo o governador, Antônio João tinha ficado de fora das áreas que vão entrar na pauta de negociação, porém depois de explicar a situação, o Ministério da Justiça aceitou incluir a área nas negociações.

"Não podemos esquecer que a União deve adquirir essas terras, pois o índio não é o dono, a propriedade pertence à União. Por isso precisa começar a demarcar para distensionar a área de conflito no estado", diz.

Reintegração - O STF (Supremo Tribunal Federal) suspendeu nesta madrugada (21), liminar que pedia a reintegração de posse de três fazendas ocupadas por índios Kaiowá Guarani, na região de Antônio João, distante 279 quilômetros de Campo Grande.

Segundo o censo feito pelo Exército, 550 índios estão nas áreas ocupados desde agosto. A tropa de choque da Polícia Militar e Polícia Federal, que estavam no museu do Exército, não chegaram a ir até o local.

A reintegração de posse de uma das três fazendas, em Aral Moreira, a 364 quilômetros de Campo Grande, está mantida para sexta-feira (23). No entanto, os índios têm expectativa de reverter a decisão com apoio do MPF (Ministério Público Federal).



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