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Campo Grande, Terça-feira, 22 de Agosto de 2017

19/11/2013 19:37

Jesus salva secretários de Bernal durante oitivas da Comissão Processante

Zana Zaidan
O advogado de Bernal, Jesus Sobrinho, acompanhou todos os depoimentos desde o primeiro dia de oitivas (Foto: Cléber Gellio)O advogado de Bernal, Jesus Sobrinho, acompanhou todos os depoimentos desde o primeiro dia de oitivas (Foto: Cléber Gellio)

O advogado do prefeito Alcides Bernal (PP), Jesus de Oliveira Sobrinho, tem socorrido os secretários municipais que prestam depoimentos a Comissão Processante da Câmara de Vereadores, que apura as supostas infrações político-administrativas e pode cassar o chefe do Executivo municipal.

O advogado acompanhou todas as oitivas, desde o dia 13 (quando o trabalho começou) e, diante dos questionamentos dos parlamentares, as testemunhas de defesa de Bernal, sem resposta, são salvas por respostas rápidas de Sobrinho, que é ex-desembargador aposentado.

Na oitiva de hoje (19), por exemplo, o secretário de Saúde, Ivandro Fonseca, ficou sem resposta ao ser questionado pelo vereador Edil Albuquerque (PMDB), presidente da Comissão, porque a empresa MegaServ foi contratada de forma emergencial e só começou a atuar 60 dias depois de cancelado o contrato com a empresa anterior, a Total.

“Se a pressa era tanta, começar a atuar somente 60 dias depois descaracteriza a emergência, procede?”. Como Fonseca ficou mudo, Sobrinho rapidamente checou a documentação – que leva em mãos em todas as oitivas – e respondeu ao parlamentar. “Antes do cancelamento, foi feito um termo aditivo no contrato com a Total, que o prorrogava por esses 60 dias. Nesse período de transição entre as duas empresas, a limpeza dos postos não deixou de ser feita”, acrescentou.

Após as perguntas da acusação – os vereadores – é a vez de Sobrinho, a defesa, começar os questionamentos. Se não fosse por Sobrinho, a secretária de Assistência Social, Thais Helena (terceira depoente de hoje) não teria encontrado “brecha” para justificar aos vereadores a contradição encontrada em seu depoimento.

A Salute, empresa que fornece alimentos aos Ceinfs afirmou em depoimento à CPI do Calote, que nunca substituiu comida estragada. Thais garantiu aos vereadores que a Salute repôs toda a carne que tinha sido fornecida com excesso de sebo. “É porque a Salute falou de ‘comida estragada’, o que é diferente de ‘carne com sebo’”, apressou-se Sobrinho a dizer aos vereadores ao ser levantada a contradição.




Por isso em questionamentos como esse nada melhor como ser assessorado por um magistrado de ilibado saber jurídico. Salvo alguns casos, na sua grande maioria, os vereadores são pessoas completamente inexperientes "marinheiros de primeira viagem" Claro, nisso não vai nenhum demérito porque ninguém nasce sabendo. O problema é quando um parlamentar sem experiência, e arrogante, quer ser um super entendido de assuntos jurídicos que ele não está habilitado a se manifestar, mas se manifesta. Com certeza a humilhação lhe chegará com mais velocidade do que um carro de fórmula I. Portanto, parabéns ao Desembargador "Sobrinho" e juízo aos parlamentares quando querem exercer o ato de julgamento sem que entrem em conflitos com as leis pertinentes: municipal, estadual e federal.Juízo aos Edis Campogr
 
João Alves de Souza em 19/11/2013 22:08:08
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