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Política

"Levaram pouca coisa", diz deputado após Omertà

Jamilson teve a casa vasculhada nesta manhã durante mais uma fase da Operação Omertá

Por Marta Ferreira | 02/12/2020 13:03
Material recolhido pelo Gaeco é colocado em veículo após buscas em residência de deputado. (Foto: Marcos Maluf)
Material recolhido pelo Gaeco é colocado em veículo após buscas em residência de deputado. (Foto: Marcos Maluf)

Alvo de ação de busca e apreensão durante a sexta fase da Operação Omertà, o deputado estadual Jamilson Name (sem partido) disse ao Campo Grande News estar “tranquilo” quanto o ocorrido. Segundo ele, acompanhou toda a busca de perto. “Foi levado muito pouca coisa”, avaliou.

No material levado pelos responsáveis, citou “algumas anotações e canhotos de cheques”. Jamilson elogiou a correção dos agentes responsáveis pela busca. “Sempre muito educados”. A busca na casa do parlamentar, no Bairro Itanhangá, durou mais de 4 horas.

O deputado falou especificamente o nome do promotor Marcos Sisti, integrante do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) ao citar os agentes e seu comportamento.

Sobre  as investigações que resultaram nas buscas, o deputado disse ainda não poder falar, por desconhecer o teor dos mandatos de busca.

Jamilson também fez questão de lembrar que tem uma empresa de consultoria, mas que não é dono do Pantanal Cap, titulo de capitalização alvo da sexta fase da operação.

Nas palavras dele, o titulo de capitalização faz sorteios com base em uma legislação federal, e é de propriedade da Aplub ( Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil) .

Nesta manhã, o Gaeco e o Garras realizaram a sexta fase da Operação Omertà. A ação foi para cumprir 17 mandados de busca e apreensão, além de outras 13 ordens de prisão.

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