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Campo Grande, Quarta-feira, 25 de Abril de 2018

30/10/2017 12:00

Marisa e Cabral pedem aposentadoria; Kayatt e Monteiro são substitutos

Conselheiros já requisitaram aposentadoria na semana passada

Leonardo Rocha
Flávio Kayatt e Márcio Monteiro devem ser indicados ao TCE (Foto: Montagem - CG News)Flávio Kayatt e Márcio Monteiro devem ser indicados ao TCE (Foto: Montagem - CG News)

O colegiado do TCE (Tribunal de Contas Estadual) terá novos conselheiros, já que José Ricardo Cabral e Marisa Serrano pediram aposentadoria na semana passada, e o processo deve ser finalizado nos próximos dias. Devem entrar no lugar deles, o atual secretário estadual de Fazenda, Márcio Monteiro e o deputado estadual, Flávio Kayatt (PSDB).

Inicialmente a primeira vaga a ser aberta deve ser de José Ricardo Cabral, que caberá ao governo estadual indicar seu substituto. "Entrei com o processo na semana passada, faltando apenas algumas certidões, para sair a aposentadoria", confirmou ele.

Nos próximos dias o governo deve encaminhar o processo para Assembleia Legislativa, tendo o nome de Márcio Monteiro como substituto. O Campo Grande News apurou que Marisa Serrano vai esperar a troca de Cabral por Monteiro, para então finalizar o seu processo (aposentadoria), que vai abrir a vaga para Flávio Kayatt, no legislativo.

"Já entrei com meu processo (aposentadoria), e creio que fiz minha parte na política e no Tribunal. Vou cumprir meu objetivo que era encerrar os trabalhos com 70 anos, apesar de poder ficar até 75. Agora vou pensar em viajar", declarou Marisa.

Nos bastidores ainda tem a informação que mais dois conselheiros devem se aposentar no Tribunal, inclusive já teriam conversado com o governador. A princípio os nomes seguem em sigilo, e esta saída pode ocorrer em meados do ano que vem.

Disputa - O ex-deputado Antônio Carlos Arroyo, que havia sido indicado pelo ex-governador André Puccinelli (PMDB), para vaga de José Ricardo Cabral, no final de 2014, mas não assumiu, pode voltar a requisitar o cargo. Naquela época, o processo de aposentadoria do conselheiro foi anulado e a questão foi judicializada, com decisões favoráveis ao Tribunal.

Ao Campo Grande News, Arroyo ressaltou que está "tranquilo" sobre a situação e que seus advogados estão incumbidos de cuidar da questão. José Wanderley Bezerra, que representa o ex-deputado, adiantou que vai esperar a oficialização da aposentadoria de Cabral, para avaliar os termos jurídicos para seu cliente.



Tribunal de Contas o eterno cabide de emprego dos políticos em final de carreira. Se existe o poder legislativo é para fiscalizar o poder executivo, então, para que serve mesmo os tribunais de contas? Os vultuosos recursos que é destinado a esse tribunal deveria ser destinado à Saúde e Educação.
 
Ezequiel em 30/10/2017 12:32:08
Caramba so colcocam a cupinchada mesmo, monteiro envolvido em falcatrua deste governo vai fiscalizar o que.
 
Erasmo Arguilera Acunha em 30/10/2017 12:24:57
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