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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

25/02/2011 13:05

Ministro diz que “rixa” entre PM e Civil é comum em todo País

Fabiano Arruda e Ítalo Milhomem

José Eduardo Cardozo cumpre agenda em Campo Grande nesta sexta

Ministro cita investimentos da União no policiamento de fronteira em MS. (Foto: João Garrigó)Ministro cita investimentos da União no policiamento de fronteira em MS. (Foto: João Garrigó)

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que participa nesta manhã de encontro com o governador André Puccinelli (PMDB), na governadoria, afirmou que “rixas” entre policiais militares e civis são comuns em todo País.

Em Mato Grosso do Sul, as divergências foram evidenciadas após determinações da Sejusp (Secretaria de Segurança Pública) que modificou a atuação das corporações em alguns pontos.

Apesar de admitir, o ministro afirmou que pretende desenvolver trabalhos nacionalmente para criação de escritórios unificados entre as policias Militar, Civil, Federal e com participação de integrantes do Ministério Público e da Justiça.

Questionado sobre a afirmação do governador André Puccinelli (PMDB), de que a segurança de fronteira em Mato Grosso do Sul é feita apenas com recursos do Estado, Cardozo discordou.

Citou que o Ministério tem realizado as chamadas operações sentinelas, em conjunto com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), além das policias militar e civil.

Além disso, ele destacou a presença de uma base da Força Nacional em Ponta Porã.

Avião não tripulado - Como reforço na vigilância da faixa de fronteira em Mato Grosso do Sul, o ministro da Justiça lembrou que, a partir do mês que vem, entra em operação o avião não tripulado no Estado.

Essa é uma das principais apostas das autoridades em Segurança Pública para o combate na fronteira, sobretudo, na coibição de tráfico de armas e drogas.

A utilização das aeronaves de pequeno porte não tripuladas faz parte de um projeto que prevê, até 2014, que estejam em uso no País 18 aparelhos. O montante previsto de investimento é de R$ 300 milhões.

Governador recebe ministro da Justiça na governadoria. (Foto: João Garrigó)Governador recebe ministro da Justiça na governadoria. (Foto: João Garrigó)

Mapa da violência - Sobre a presença das cidades de Coronel Sapucaia, Amambai e Ponta Porã na lista das 100 cidades mais violentas do País, segundo o Mapa da Violência divulgado ontem, Cardozo disse que “nenhum problema será resolvido do dia para o outro”.

“É por isso que estou aqui, para discutir políticas públicas e tornar o policiamento mais rigoroso na fronteira, combatendo o tráfico de armas e drogas”, afirmou.

Agenda - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, junto com a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, participam nesta sexta-feira de uma reunião com o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli.

O prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho, não compareceu ao encontro.

O objetivo do encontro é discutir a integração das políticas públicas de segurança, com foco no enfrentamento à violência e ao crime organizado.

A reunião faz parte de uma série de encontros que o ministro está fazendo com os governos estaduais. Ele já se reuniu com os governadores dos estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo.

A partir destes encontros será definida a proposta de um pacto entre o governo federal e os governos estaduais para o enfrentamento à violência.

A proposta será apresentada posteriormente à presidenta da República, Dilma Rousseff (PT), em reunião com os governadores, em Brasília (DF).

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Se as policias tem "RIXA" entre elas, imagina como fica a situação na ora de agir com os meliantes, é para pensar... Sr. Secretário de Segurança uma pergunta o senhor sente-se protegido?. A população não, pois e raro achar uma viatura da policia nos bairros de Campo Grande, as vezes só na área central, seriam bom rever o processo. No passado qua havia postos policiais nos pricipais bairros da cidade, o atendimento das ocorrencias eram rápidos, quantas viaturas policiais fazem ronda em Campo Grande, procede a informação que a noite e madrugada é só UMA, creio que a Secretaria de SEgurança Publica do Estado tem problemas maiores para resolver do que ficar discutindo responsabildiades entre as Policial Civil e Militar, enquanto isso a população fica a merçe dos assaltantes e outros.
 
Mario Sergio T. de Souza em 26/02/2011 11:59:57
Muito me admira o sr Ministro da justiça,dar uma declaração destas, que "rixas entre Civil e Militar há em todo lugar", a população já anda indefesa com tanta violência em seu meio,com isso fica cada vez mais descrente na policia. Uma que se nós procurarmos a delegacia por algum fato ocorrido ex.: "roubaram minha bicicleta" e isto acontecer no horário do almoço,não existe delegacia pronta a me ajudar,ou ela está fechada,ou o delegado ou escivão responsável pelo local estão almoçando,isto que é só um B.O. e ainda mandam a gente fazer o B.O. on line,eu acho Senhores Ministro e Secretário de Segurança,que a população leiga e carente merece respeito.Como uma pessoa de baixa escolaridade ou sem nehum grau de instrução pode fazer um B.O. on line? Pagando pra alguém fazer pra ele? é um absurdo,se já mandam a gente fazer os B.Os on line imagine então quando começarem a fazer o papel que o reservado faz!Não use a lógica Sr Secretário use a razão, como um delegado pode fazer um B.O. do fato ocorrido se quem chegou primeiro no local foi a militar? Levando em consideração que quem" presenciou" o fato foram os militares,quem ouviu os populares foram eles também.Finalizando, o que dá a entender é que os B.Os que os militares farão não terá credibilidade nenhuma ,já que a ultima palavra será do delegado!
 
Sonia Nazário Ribas em 26/02/2011 07:53:50
O secretario de segurança não sabe o que ser policia ,nunca participou de operação em conjunto com a civil e militar!
 
José Nunes Namba em 25/02/2011 10:22:04
Rixas existem e sempre existirao, mais acima de tudo, nosso Estado de Mato Grosso do Sul, gracas a Deus sempre prevaleceu o respeito entre as duas instituicoes, ao contrario de alguns outros vizinhos!!!
 
Gustavo Cesar em 25/02/2011 06:19:31
Não existem rixas entre policias, existe entre aqueles que não conseguindo aparecer como dono de um bom serviço para a sociedade, levantam a bandeira de que o meu grupo é melhor que o seu. São exibicionistas a procura de um holofote, os quais causam espinhos entre as instituições. Existem homens competentíssimos tanto na PM como na Policia Civil, estes sim não precisam de holofotes, querem apenas um local decente, viatura com combustível e salário em dia para, atraves do seu trabalho minorar a cada dia, os anseios por segurança vindos da sociedade.
 
valter antunes em 25/02/2011 06:06:50
"Rixa", ao que parece é uma criação da imprensa. "Rixa" haveria se tivesse ocorrido desentendimento entre uma e outra polícia. Ora, alguém viu algum policial civil discutindo com algum policial militar? O que houve foi a edição de uma resolução por parte do secretário que causou dissabores na Polícia Militar. Com certeza outras resoluções já foram ou ainda seram baixadas que causaram o mesmo dissabor em integrantes da Polícia Civil. O problema que surgiu diz respeito unicamente a Polícia Militar e a Sejusp. A imprensa é que transformou isso em uma "rixa" entre instituições o que não é verdadeiro. Agora, concordem ou não, as resoluções não são novidade alguma, pois a lei já determina isso. É provável que nada mude, pois se até hoje a lei não foi cumprida, que dirá uma resolução.
 
Eder O Moraes em 25/02/2011 02:13:21
A resoluçao do secretario de segurança publica irao afetar e muito a populaçao sul matogrossense, pois imaginem no Rio de Janeiro por exemplo na invaçao dos morros dos macacos se PM2 nao pudessem fazer nenhum levantamento do local e os poucos bandidos que foram pegos naquela açao militar teriam que ser apresentados a um delegado onde segundo noticias isto esta demorando de 7 a 16 horas a nossa populaçao estaria perdida. e hora de pensar em unir as forças de seguranças a constituiçao federal de 1988 ja tem 23 anos e sera que ela esta adquadas aos dias de hoje, sera que crime organizado nao cresceu, sera que o codigo penal nao esta ultrapassado. O secretario de segurança publica deveria fazer resoluçoes para unir as policias e nao provocar rachas. bem como investir em recursos humanos que nunca foi feito.
 
Liliane Arruda Porfirio Orjeda em 25/02/2011 01:37:41
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