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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

06/09/2011 16:19

Moka cobra política nacional para tratamento de dependentes quimicos

Edmir Conceição

Em MS, há 43 entidades terapêuticas trabalhando no tratamento e na recuperação de usuários de drogas. Nenhuma delas recebe ajuda financeira do governo federal

O senador Waldemir Moka (PMDB-MS)) defendeu nesta terça-feira (6) a adoção de uma política nacional para tratamento e recuperação de dependentes químicos. Em pronunciamento na tribuna do Senado, o senador afirmou que as ações para atender aos viciados têm sido realizadas sem coordenação e objetivos.

Moka pediu mais apoio do governo federal às comunidades terapêuticas. “Além da falta de apoio a essas entidades, há carência de profissionais envolvidos no tratamento de drogados, como psiquiatras, psicólogos, inclusive nas emergências”, afirmou.

O senador faz parte da Subcomissão Temporária de Políticas Sociais sobre Dependentes Químicos, do Senado. Moka explicou que a subcomissão vai realizar seminário no próximo mês para apresentar o resultado de quatro meses de trabalho.

“Tenho certeza de que o diagnóstico vai ajudar o governo federal a conhecer a realidade do problema. Além de uma radiografia, vamos sugerir propostas e medidas para tirar os projetos do papel”, comentou.

Paraguai Moka diz que a situação é tão ruim que viciados de Ponta Porã estão sendo tratados em leitos psiquiátricos de Pedro Juan Caballero. “Ali ocorre situação inusitada. Sem leitos para atender aos dependentes, o município recorre à estrutura do país vizinho, mais pobre e carente de infraestrutura”, revelou.

Segundo a secretária de Assistência Social de Ponta Porã, Doralice Nunes, os problemas só serão resolvidos se o governo federal elaborar política nacional com ações imediatas para tratar dos dependentes químicos.

A secretária de Trabalho e Ação Social do Estado, Tânia Garib, defende a liberação de recursos para as comunidades terapêuticas por meio de convênios e a criação de cursos de qualificação para reinserção no mercado de trabalho dos viciados em recuperação.

Em Mato Grosso do Sul, segundo a secretária, há 43 entidades terapêuticas trabalhando no tratamento e na recuperação de usuários de drogas. “Nenhuma delas recebe ajuda financeira do governo federal para fazer esse trabalho social”, afirma.

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Acho louvavel a preocupação do Senador c/ o tratamento p/ dependentes quimicos, mas terá que investir mesmo é em prevenção. Ex. Escolas com periodo integral p que o menor aprenda profissão dentro das escolas, e não fique nas ruas entregue a marginalidade, mais autonomia ao patrio poder, diminuir a idade p/ que possa trabalhar, cada medida de prevenção vai ajustando boas condições de vida a sociedade. Se não houver uma medida preventiva não haverá numero suficiente de clinicas que a comporte, o problema da dependencia quimica é progressiva, e aumentou mais desde que o usuário deixou de ser penalizado para ser a vitima. Nossas autoridades tem que acordar p/ a realidade quem vai p/ o vicio das drogas já é tendencioso ao crime.
 
porfirio vilela em 07/09/2011 05:09:31
é muito positivo q o interesse pelo problema da dependencia quimica,esteja a ser defendido pelo senador,realmente precisa ser tratado o problema e começa pelo tratamento, educação, reintegração social,acho que a nossa sociedade podia também si mobilizar e fazer trabalhos comunitários como os médicos psiquiatra psicológos e toda classe que de alguma forma posse vir melhorar o atendimento desses jovens,pois grande problemas da nossa comunidade em relação a violencia e derivado ao consumo de drogas,não devemos julgar apenas colaborar si assim for possivel,hoje o problema atinge todas as idades e classes sociais e muitas mães sofrem com isso,mas temos a mania de olhar o problema de lado e torcer o nariz,não é assim q ajudaremos e sim com mais solidariedade.
 
regiane yasmim em 06/09/2011 05:24:18
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