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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

27/08/2012 17:56

“Não adianta prometer para ser simpático”, avalia Trad sobre campanha

Fabiano Arruda
 “Não adianta prometer para ser simpático”, avalia Trad sobre campanha

O prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), ironizou, nesta segunda-feira, em entrevista exclusiva ao Campo Grande News, algumas propostas ventiladas por candidatos nas eleições deste ano.

Para ele, as maiores respostas aos adversários estão nas propostas apresentadas pelo candidato do partido, deputado federal Edson Giroto. “Essa eleição é da razão. A hora que o eleitor parar e pensar e ver quem é quem no processo, vai optar pela razão”, opinou.

O peemdebista comentou sobre os pontos mais criticados em sua administração. Sobre as sugestões de congelamento do reajuste do IPTU, Trad foi direto. “Só vou dizer uma coisa: o IPTU é imprescindível para o sustento da Prefeitura, dos salários dos servidores, do pagamento dos fornecedores e no cumprimento dos acordos feitos”, comentou, acrescentando.

“Este é um caminho muito perigoso”, prosseguiu. Segundo o chefe do Executivo Municipal, a Prefeitura “não nada em dinheiro”, mas tem suas contas organizadas e planejadas por conta da arrecadação vinda, além do IPTU, do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), ICMS, ISS e Fundeb.

“Não dá para começar a dizer para ser simpático, que vai fazer isso ou aquilo. Não dá porque quebra a Prefeitura ou vai deixar de fazer um monte de coisa”.

Em relação às críticas sobre a tarifa do transporte coletivo urbano, Nelsinho argumentou que, na comparação à variação do salário mínimo de 2005 a 2012, o reajuste do serviço foi inferior, o que coloca a Capital como a sétima do Brasil entre os maiores custos.

Além disso, defendeu que a definição do preço da passagem é feita em cima de uma planilha que leva em conta indicadores, processo que tem a participação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Câmara Técnica dos Transportes e Conselho de Regulação dos Transportes. “Isto é discutido abertamente”, frisou.

Sobre às críticas sobre a Saúde, o prefeito destacou que Campo Grande vai passar a contar com seis UPAs (Unidades de Pronto Atendimento). Três em funcionamento (Coronel Antonino, Vila Almeida e Universitário), uma que será inaugurada (Moreninhas) e outras duas que tiveram ordem de serviços assinadas (Jardim Leblon e Santa Mônica).

“São seis prontos socorros municipais (UPAs). Na metodologia do Ministério da Saúde, de atendimento primário, secundário e terciário, é assim que tem que fazer: descentralizar para desafogar o hospital maior. Se caiu o atendimento na Santa Casa é porque estamos dando conta no posto de saúde”, explicou, destacando ainda a chegada do Hospital do Trauma.



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