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Política

Petistas dizem que Lula pediu “cautela”, mas não vetou PSDB

Por Leonardo Rocha | 14/11/2013 12:39
Deputados dizem que Lula não vetou alianças, mas pediu cautela nas decisões (Foto: Marcos Ermínio)
Deputados dizem que Lula não vetou alianças, mas pediu cautela nas decisões (Foto: Marcos Ermínio)

Os deputados do PT afirmaram que a visita do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, ontem na Capital, trouxe várias orientações em relação ao quadro e aliança política para 2014 em Mato Grosso do Sul.

“Ele explicou que ainda está muito cedo para decidir alianças, mas não vetou nada a direção estadual, apenas pediu para que deixem as decisões para o momento certo”, destacou o deputado Pedro Kemp.

Para Cabo Almi, ficou claro que o ex-presidente pediu que em primeiro momento se buscasse uma aliança com os partidos aliados com a presidente Dilma Rousseff (PT), a nível nacional, no entanto ressaltou que ele deu autonomia para o senador Delcídio do Amaral fazer os diálogos necessários.

“Ele deixou o senador aberto as alianças, assim como a possibilidade com o PSDB, não podemos esquecer que temos um elemento novo que é a candidatura do governador Eduardo Campos, ele sabe que não podemos nos isolar”, apontou.

Favorito – Amarildo Cruz fez questão de lembrar que Delcídio é o favorito da eleição, estando desde o início a frente das pesquisas, e que não é necessário “acelerar” estas alianças.

“Quem tem que correr atrás de aliados são os adversários, o Lula pediu para darmos o espaço primeiro aos parceiros tradicionais, para depois, se for preciso, fazer aliança com o PSDB e PMDB”.

O deputado ainda destacou que apesar do prestígio e influência no partido, Lula não tem a palavra final, e, portanto é preciso ter contato direto com a executiva nacional.

“Ele é muito ouvido e tem sua representação, mas não podemos esquecer que existe uma resolução do PT impedindo aliança com o PSDB”, alertou ele.

O senador Delcídio do Amaral tem estabelecido um diálogo frequente com o deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB), o que se cogita uma aliança para 2014, com o primeiro sendo candidato ao governo e o segundo sendo a opção ao senado.

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