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Campo Grande, Sábado, 19 de Agosto de 2017

25/03/2017 11:14

Prefeito pede compreensão, mas diz que melhorará estrutura em postos

Mayara Bueno
Marquinhos Trad (PSD), prefeito de Campo Grande. (Foto: Marcos Ermínio).Marquinhos Trad (PSD), prefeito de Campo Grande. (Foto: Marcos Ermínio).

Depois de notas divulgadas de ambos os lados sobre a situação das unidades de saúde e a escala de médicos, o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), afimou que o município vai melhorar a estrutura nos postos - com algumas medidas já iniciadas -, mas pediu que a categoria tenha compreensão e exerça seu trabalho dentro do prazo estipulado.

Esta semana, o Sindmed (Sindicato dos Médicos do Estado) manifestou repúdio contra a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) em virtude das informações divulgadas sobre a compra de remédios e a escala dos profissionai9s. O prefeito Marquinhos Trad (PSD), por outro lado, afirmou que médico não tem espírito de coletividade e não gosta de ser fiscalizado.

Segundo afirmou o chefe do Executivo Municipal, o município não quer generalizar, afirmando que há bons e maus profissionais, mas que pede aos médicos "compreensão" e, em contrapartida, a prefeitura vai oferecer uma estrutura melhor.

“O que estamos querendo mostrar é que é possível mudar o modelo de saúde, mas para isso preciso de bons profissionais”. Esta semana o município convocou médicos, também em resposta à informação de um suposto déficit de 500 profissionais.

Durante reunião, o presidente do sindicato teria elencado algumas demandas prioritárias. “Pela palavra do próprio presidente, eles querem o gabinete de atendimento com ar-condicionado, querem condições mobiliárias melhores, querem mais estrutura de medicamento, vamos oportunizar isso, aliás, já começamos”, afirmou.

A situação entre profissionais das unidades de saúde começou após o prefeito visitar algumas unidades e, em algumas delas, não encontrar pediatras. Posteriormente, a secretaria de Saúde divulgou a lista de médicos em cada unidade. Por sua vez, a categoria alega falta de condições para trabalhar.

Ontem, a única pediatra escalada para atuar na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Bairro Coronel Antonino, faltou no serviço, alegando problemas de saúde. Neste sábado, o prefeito disse que a profissional apresentou atestado médico justificando a falta.

Mais médicos - A Prefeitura de Campo Grande convocou na sexta-feira (24), 26 médicos plantonistas, 1 endocrinologista, 1 infectologista, 1 neurologista, 14 pediatras, 5 psiquiatras, 1 reumatologista, 2 médicos para o Programa Saúde da Família (PSF) 20h, 12 médicos PFS 40h, 59 assistentes de serviço de saúde, 35 técnicos de enfermagem e 19 farmacêuticos, aprovados em concurso de provas e títulos de 2013.




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