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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

02/03/2011 12:52

Prefeito veta alterações e Câmara rediscute Lei do Silêncio

Fabiano Arruda e Ítalo Milhomem

Vereadores se reúnem hoje às 18h30 para discutir a decisão

Prefeito considera que nova disposição da lei pode não surtir efeito. (Foto: João Garrigó)Prefeito considera que nova disposição da lei pode não surtir efeito. (Foto: João Garrigó)

O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Paulo Siufi (PMDB), confirmou que foi protocolado há pouco na Casa o veto do prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) às alterações na Lei do Silêncio., que inseriam festas no calendário oficial do município.

Com o novo texto da lei, o Carnaval, a Expogrande, a Festa Junina e o Reveillon popular poderiam ocorrer fora da abrangência do Lei do Silêncio. A justificativa era a importância e tradição dessas festas para a Capital.

Agora, o veto a essas alterações segue para a procuradoria jurídica da Câmara, que vai analisar e apresentar o estudo dos pontos vetados aos vereadores às 18h30 de hoje.

Neste horário, os vereadores vão se reunir, na presidência da Câmara, para discutir se derrubam ou mantêm os vetos do prefeito à lei.

Além disso, eles vão discutir quando o veto à lei será colocado para votação. O prazo é de 30 dias para que a matéria seja votada.

Trad Filho já havia admitido, em outras oportunidades, que sancionar ou não às alterações não resolveria o problema, pois os eventos, como a Expogrande, continuariam precisando de licença ambiental e alvará de funcionamento.

Por conta disso, e chefe do executivo municipal teria considerado que a nova disposição da lei não surtiria efeito.

Na opinião do presidente da Apems (Associação dos Produtores e Promotores de Eventos de Mato Grosso do Sul), Carlos Roledo Júnior, o veto não vai atrapalhar o acordo entre o prefeito e os produtores de evento para que sejam mantidos os shows da Expogrande deste ano.

Roledo também comentou que já esperava a decisão do prefeito.

Para que a grade musical da Expogrande deste ano ocorra, os produtores devem formular um TAC, com o Ministério Público, para propor medidas que se adéqüem à legislação ambiental e não incomodem os moradores da região.

Uma das medidas seria começar e terminar os shows mais cedo.

Acordo - As alterações na Lei do Silêncio foram aprovadas no dia 8 de fevereiro. Trad chegou a ponderar que o entendimento seria a melhor saída.

Com um acordo em vista para realizar os shows da feira neste ano, a prefeitura quer fazer parceria público privada para a construção de uma arena para eventos na cidade.

A utilização do estádio Morenão também é debatida.



Parabens prefeito,pela atitude direita em defesa do povo,nao adianta maquiar tem sim e que fazer como o senhor propos,resolver definitivamente com um lugar especifico para shows.
 
marcelo argemon em 02/03/2011 10:46:28
Podemos resolver este problema facilmente!
Vamos fazer os shows na rua Euclídes da Cunha.
 
Andre Pereira em 02/03/2011 09:54:56
Não sou contra shous, mas acredito que os mesmos terminando às hs. 23:30 se segunda a quinta e domingo; sexta as hs. 00:00, sábado às hs. 1:00, não irá incomodar niguém, agora ficar até altas madrugadas acredito que aÍ eles tem razão. Porque não chegar a um acordo desta forma e termos os shous lá mesmo pois já é tradicional.
 
josé faustino de almeida em 02/03/2011 09:48:30
É uma coisa q não entendo! porque só agora que estão com essa polemica, quantos e quantos anos se passaram, infinitos shows aconteceram no parque de exposição e ninguem nunca falou nada porq só agora! ta virando palhaçada!
 
RICARDO JEFERSON SOUZA RÔA em 02/03/2011 07:18:17
Tá de parabéns Sr. Prefeito.
 
Juliano Lima em 02/03/2011 05:12:19
VAMOS ACABAR DE VEZ COM ESSA POLÊMICA, O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MATO GROSSO DO SUL JÁ DECIDIU: NÃO HAVERÁ SHOWS NA EXPOGRANDE. OU SERÁ QUE OS INTERESSADOS (POLÍTICOS E AFINS) VÃO QUERER CONTESTAR E/OU CONTRARIAR A DECISÃO DESSE ORGÃO SUPREMO??? POR QUE NO TE CALLAM??????
 
EDWAR DE OLIVEIRA em 02/03/2011 05:00:05
Lei do silêncio? "Isso no eCxiste!"
 
Thiego Pacheco em 02/03/2011 04:34:54
Minha cara Lana , como que vc pode dizer um disparate desse , que a Expogrande não beneficia os mais humildes, voce acha que os seguraças, os vendedores ambulantes, as pessoas que tem um emprego temporario na epoca da festa, os guardadores de carros, os tratadores, os montadores de estandes, cozinheiras, garçons , musicos locais , tecnicos de sons e por ai vai são muitas as pessoas que vivem disso, e depende, contan com a Expogrande pra melhorar sua renda .
 
Juarez Delmondes em 02/03/2011 04:31:47
O veto do prefeito encontra apoio constitucional. Impressionante a atuação "pequena" da Câmara que aprovou alterações na Lei do Silêncio pois não suportou a pressão da Acrissul. Parabéns Prefeito!!!
 
Roberto Machado de Freitas em 02/03/2011 04:24:23
Qual é mesmo a lei que funciona aqui em nosso PLANETA, pois no planeta desses políticos eles acham que tem lei que funciona, a única lei que realmente funciona no "planeta" deles é a lei que sempre irá favorece-los de alguma forma, alguém ai sabe me informar se esse evento da EXPOGRANDE-MS, favorece a classe mais humilde? em nada nem no silêncio daqueles que residem aos arredores daquele lugar, que com certeza são pessoas que precisam chegar em casa para descansar, que com certeza terão uma árdua tarefa no outro dia de garantir o pão da família e os bares da perifería? não tem lei do silêncio lá tbém, muito pelo contrário, então senhores representantes desse povo que tenta sempre votar no menos pior, ao invés de ficarem rasgando fitas façam com que as leis sejam cumpridas não somente em eventos importantes, mas façam leis boas e comecem por vc´s a darem o exemplo e façam cumprir de acordo com o que reza ali, ao invés de ficarem em programas de rádio ou televisão, vão gastar um pouco do solado do sapato pois garanto que ainda deve estar com etiqueta de preço e vão andar nos bairros saber o que de fato a população sulmatogrossense está necessitando, cumpram ou façam cumprir com vossas promessas de campanhas.
 
Lana Carvalho em 02/03/2011 02:50:39
Lei do silêncio sim, "pero no mucho". Concordo com a decisão de se resolver o problema dos eventos de uma vez por todas, e não empurrar para debaixo do tapete como estavam querendo nossos nobres vereadores. Lei é Lei, não se remenda, cumpre-se de deve valer para todos.
 
Carlos Alberto em 02/03/2011 01:23:39
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