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Política

PL fecha 2026 com maior bancada estadual após filiação de cinco parlamentares

A formação de uma chapa competitiva é apontada como o caminho para manter o número de 7 parlamentares

Por Lucia Morel e Kamila Alcântara | 30/03/2026 18:32
PL fecha 2026 com maior bancada estadual após filiação de cinco parlamentares
Presidente do PL e ex-governador, Reinaldo Azambuja, em evento de filiação. (Foto: Paulo Francis)

Com a filiação de 5 novos deputados estaduais ao PL (Partido Liberal) nesta tarde, a legenda vai terminar 2026 com a maior bancada, totalizando 7 parlamentares. Para o ano que vem, o presidente do partido, o ex-governador Reinaldo Azambuja, quer manter o número.

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O PL encerrou 2026 com a maior bancada da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, com sete deputados, após a filiação de Mara Caseiro, Paulo Corrêa, Zé Teixeira, Marcio Fernandes e Lucas de Lima. O presidente do partido, Reinaldo Azambuja, quer manter esse número em 2026 e trabalha com quatro pré-candidatos ao Senado. O foco da legenda é derrotar Lula na eleição presidencial e eleger Flávio Bolsonaro.

"Nós temos aqui uns matemáticos aqui que fazem contas. Esse que está ao meu lado aqui fez uma matemática que diz que nós temos chance de eleger oito deputados estaduais e deputadas. Eu falei pra ele que a gente tem chance de eleger sete. É o número que eu trabalho", afirmou o dirigente, brincando ao citar que o deputado federal Rodolfo Nogueira estava mais otimista na previsão de novos parlamentares para 2027.

A formação de uma chapa competitiva é apontada como o caminho para atingir essa meta, priorizando o coeficiente eleitoral em detrimento de candidaturas isoladas. Azambuja destacou a importância de candidatos com diferentes densidades de votos para o fortalecimento do grupo. "Organizar bem para formar a chapa completa competitiva porque é o todo que faz o resultado. As eleições de 22 mostrou que alguns partidos tiveram candidatos com 25 mil votos e ficaram fora da Assembleia Legislativa. Teve partido que elegeu deputado com 15 mil votos", explicou o ex-governador.

No cenário nacional, o fortalecimento da bancada estadual e as alianças locais com partidos como PP, MDB e Republicanos visam dar sustentação ao projeto presidencial da sigla. O foco central do PL é o enfrentamento direto ao atual Governo Federal.

"Eleição, vamos dizer, do Lula 4, que está levando o Brasil ao abismo, e é muitas vezes difícil você ter um partido que está dentro do governo, que muitas vezes não consegue ter essa liberdade para fazer o que nós queremos fazer", declarou Azambuja, reforçando que a prioridade é eleger Flávio Bolsonaro e impedir a continuidade da atual gestão.

Além da disputa pelas vagas na Assembleia Legislativa, o partido trabalha com quatro pré-candidatos ao Senado: o próprio Reinaldo Azambuja, Gianni Nogueira, Capitão Contar e Rodolfo Nogueira. O dirigente ressaltou que a escolha final ocorrerá nas convenções de julho, sempre pautada pela união do grupo contra o atual presidente.

"Nosso adversário, nós já sabemos quem é, e nós queremos montar um time que combata esse adversário conjuntamente. Tendo como prioridade de derrotar o adversário que é o Lula, nós não queremos mais o Lula como presidente do Brasil, porque está afundando o Brasil", concluiu.

Se filiaram hoje ao PK Mara Caseiro, Paulo Corrêa e Zé Teixeira, egressos do PSDB, além de Marcio Fernandes, ex-MDB, e Lucas de Lima.

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