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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

09/08/2013 10:26

PT não chega a consenso e composição do diretório permanece indefinida

Leonardo Rocha
PT ainda não definiu composição do diretório estadual, só Paulo Duarte está confirmado até agora (Foto: Divulgação)PT ainda não definiu composição do diretório estadual, só Paulo Duarte está confirmado até agora (Foto: Divulgação)

As principais lideranças do PT tentam chegar a um consenso para formação de uma chapa única ao diretório estadual em 2014. Por enquanto foi decidido apenas o presidente regional, que será o prefeito de Corumbá, Paulo Duarte (PT), no entanto os outros cargos permanecem indefinidos.

Os petistas se reuniram ontem no escritório do senador Delcídio do Amaral (PT) em Campo Grande, porém ainda não chegaram a uma definição. De acordo com secretário geral do partido, Agamenon do Prado, houve um “avanço” na negociação, porém as reuniões devem continuar para que não haja divisão. “O senador Delcídio explicou que para o PT chegar forte para eleição do ano que vem é preciso ter unidade”.

No diretório do PT não se disputa apenas a vaga da presidência e sim todos os outros cargos. De acordo com Agamenon, a princípio as correntes internas do PT aceitaram a proposta de não ter competição, porém é preciso contemplar cada uma para que não haja insatisfação. “Estamos confiantes que chegaremos a um acordo”, destacou.

O ex-governador e vereador Zeca do PT argumentou que o primeiro passo foi dado, com a escolha de um nome de “consenso” para presidência, no entanto cada corrente deve ter espaço e força política no diretório. “Vamos tentar construir esta unidade”, frisou ele.

Zeca aproveitou para ressaltar que caso o diretório queira indicar o atual presidente estadual, Marcus Garcia, para concorrer à vice-presidência, ele entenderá a ação como golpista. “Esta indicação não procede se acontecer no meu entendimento é um golpe”, afirmou.

O ex-governador e ao atual presidente abdicaram de suas respectivas candidaturas para que não houvesse disputa interna no PT. O acordo seria que os dois apoiariam Paulo Duarte. Entretanto, algumas lideranças do partido “ventilaram” a informação que Garcia poderia ocupar o espaço de vice-presidente.



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