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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

08/06/2015 16:49

Sob ameaça de greve, governo discute melhorias para policiais

Lidiane Kober
Reinaldo disse que canal de diálogo está aberto com os policiais civis (Foto: Fernando Antunes)Reinaldo disse que canal de diálogo está aberto com os policiais civis (Foto: Fernando Antunes)

Sob ameaça de greve, o Governo do Estado discute a implantação de melhorias na carreira dos policiais civis, mas afasta aumento de salário que ultrapasse o “limite da responsabilidade”.

“Vamos esgotar o diálogo, como foi com os professores. Repito que houve antecipação de reajuste em dezembro e não vamos dar novo aumento que ultrapasse o limite da responsabilidade com a coisa pública”, disse o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), nesta segunda-feira (8), em evento no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo.

Segundo ele, a categoria apresentou uma série de pedidos para melhorar a carreira. “As reivindicações estão sendo discutidas no Fórum Dialoga, criado para ser um canal de comunicação do governo com os servidores”, destacou Reinaldo.

O governador disse ainda que “entendo e respeito o indicativo de greve”. “É um direito do trabalhador”, finalizou.

Na última quarta-feira (3), os agentes da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul aprovaram, em assembleia, indicativo de greve. De acordo com o presidente do Sinpol-MS (Sindicato dos Policiais Civis de MS), Alexandre Barbosa, a ameaça reflete a insatisfação da categoria com a política de valorização do servidor que o governo estadual adotou.

“O governador mantém o posicionamento de reajuste zero, alegando que o aumento setorial de 2015 já teria sido concedido pelo governo anterior em dezembro de 2014. No entanto, já dissemos e tentamos esclarecer que o aumento do ano passado faz parte da negociação do ano de 2013, quando a categoria até realizou greve por cinco dias”, apontou o presidente do Sinpol-MS.

Ele, no entanto, não afastou a chance de cancelar o indicativo em nova assembleia, prevista para o dia 13. “Caso o governador se reúna com o sindicato para negociar e, efetivamente, conceda melhorias que satisfaçam a classe, a greve nem se inicia e o indicativo pode ser cancelado”, frisou Barbosa.

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