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Campo Grande, Sexta-feira, 22 de Março de 2019

30/10/2018 14:13

Vereadores aprovam remanejamento de R$ 98,3 milhões e mais 2 projetos

Outros dois projetos foram aprovados, um deles autoriza a prefeitura a aceitar imóveis na quitação de débitos fiscais foi aprovada

Anahi Zurutuza e Mayara Bueno
Vereadores durante sessão desta terça-feira pós-eleições na Câmara Municipal (Foto: CMCG/Divulgação)Vereadores durante sessão desta terça-feira pós-eleições na Câmara Municipal (Foto: CMCG/Divulgação)

Por 27 votos favoráveis e apenas o do vereador Vinícius Siqueira contrário, a Câmara Municipal autorizou a Prefeitura de Campo Grande a fazer remanejamento de R$ 98,3 milhões nos cofres do município.

Os recursos serão tirados de alguma áreas para a compra de compra de kits escolares para o próximo ano, para arcar com a contrapartida da construção de 5 UBSF (Unidades Básicas de Saúde da Família) e reforma e implantação de 6 postos de saúde, inclusive, do CEM (Centro de Especialidades Médicas).

Outra parcela do montante será aplicada na quitação de empréstimos feitos pela prefeitura.

O secretário municipal de Finanças, Pedro Pedrossian Neto, esteve na Câmara nesta terça-feira para garantir a aprovação da suplementação e de outros dois projetos em regime de urgência.

Ele não detalhou quais financiamentos o município precisa pagar, mas disse que o remanejamento é para atender “áreas prioritárias”.

Regime de urgência – Outros dois projetos foram aprovados. A proposta que autoriza a prefeitura a aceitar imóveis na quitação de débitos fiscais foi aprovada.

Quando a dívida for maior do que o valor do prédio ou terreno, o contribuinte poderá complementar o restante com dinheiro. Já se o débito for menor, a diferença não será ressarcida ao proprietário. A matéria anterior 

Os vereadores também aprovaram reajuste para os auditores dos serviços de saúde. Os salários dos cerca de 20 profissionais subirá do R$ 2.516 para R$ 5.086 com a incorporação de R$ 1.815,26 de benefícios na remuneração e mais 30% de aumento.

O secretário de Finanças explicou que esta era uma reivindicação antiga da categoria.



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