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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

24/10/2015 09:36

Vereadores deixam para entregar defesa prévia no último prazo

Antonio Marques
A Comissão de Ética aguarda as defesas prévias dos nove vereadores investigados por quebra de decoro nesta segunda-feira (Foto: Antonio Marques)A Comissão de Ética aguarda as defesas prévias dos nove vereadores investigados por quebra de decoro nesta segunda-feira (Foto: Antonio Marques)

Os nove vereadores investigados pela Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal de Campo Grande deixaram para entregar a defesa prévia no último prazo, nesta segunda-feira, 26, conforme informou o presidente da Comissão, vereador João Rocha (PSDB).

O prazo vence neste domingo, mas como não há expediente na Câmara, eles têm até o final do dia desta segunda-feira para protocolar a defesa prévia ao presidente da Comissão de Ética. A partir daí os membros começam analisar as defesas e elaborarem o relatório dos nove processos, que será finalizado pelo vereador Ayrton Araújo (PT), que é o relator.

De acordo com o vereador João Rocha, “depois de recebidas as defesas vamos analisar e cruzar com os depoimentos feitos. Só então vamos ver se pediremos o compartilhamento de informações do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Justiça para juntar ao processo”, afirmou.

A Comissão é composta também pelos vereadores Chiquinho Telles (vice-presidente), Herculano Borges e Vanderlei Cabeludo. Eles se reúnem sempre nas quartas-feiras, às 9 horas. Por um erro no procedimento de citação dos parlamentares investigados, eles ganharam mais uma semana de prazo para entregarem as defesas, que vence nesta segunda-feira.

A Comissão de Ética e Decoro Parlamentar foi criada no dia 8 de setembro para investigar a possível quebra de decoro de nove vereadores, Mario Cesar (PMDB); Edil Albuquerque (PMDB); Airton Saraiva (DEM); Waldecy Batista Nunes (PP), o Chocolate; Gilmar da Cruz (PRB); Carlos Augusto Borges (PSB), o Carlão; Edson Shimabukuro (PTB); Paulo Siufi (PMDB) e Jamal Salem (PR), que são alvos no inquérito do MPE na operação Coffee Break, que apura a possível compra dos parlamentares para cassar o prefeito Alcides Bernal (PP), em março de 2014.



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