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De olho na TV

Meia boca em programas de rádio e TV

Por Reinaldo Rosa | 11/12/2013 08:56

FIEL A PRINCÍPIOS E OBJETIVOS – Em 9 de dezembro de 1949, Campo Grande começava a se fazer ouvir através das ondas hertzianas amplificadas dos estúdios da Rádio Cultura. São 64 anos de reconhecidos méritos conquistados por fidelidade e audiência junto aos ouvintes. Cumprimentos do titular da coluna; quem ler favor avisar.

HEROIS DA RESISTÊNIA – Repetidoras locais de televisão deram grande destaque ao Leilão da Resistência promovido pela Acrisul, em Campo Grande. A reação e futuras atitudes prometidas por indígenas do Estado não tiveram a mesma repercussão. Jornalísticos de rádio e TV ficaram anestesiados.

ÓPERA BUFA – O cai-não-cai de vereadores e prefeitos continua fazendo a alegra de editores e produtores de noticiosos –falados, escritos e televisados-. Até legisladores integrantes de Comissão responsável por julgar atos alheios fazem parte da lista de acusados pelo Tribunal Regional Eleitoral. Contraditório; no mínimo.

FALA POVO – “Há dias venho observando os comentários do ilustríssimo colunista sobre o futebol sul-mato-grossense. Hoje, eu morando aqui no Mato Grosso (Rondonópolis), mudo meu pensamento sobre uma presidência de federação. Aqui no MT, como no MS, as cadeiras são ocupadas pelos "eternos" presidentes. Só que hoje acredito que eles não são responsáveis pelos desastres das campanhas dos clubes de futebol. Essa ação é diretamente (ligada) aos dirigentes dos times. Os presidentes não podem fazer nada, a não ser organizar calendários para que os clubes participem. E isso aconteceu aqui. Por isso, o Luverdense, Cuiabá e até aqui o agora meu Vila Aurora (antes eu era operariano) estão com as campanhas de alto nível. O Luva inclusive na Série B. E o presidente da Federação não fez nada, o time tem que lutar”. Antonio Ribeiro

R DO R – Há alguns anos, a Federação Carioca deu um choque de gestão para enfrentar onda de falta de público nos estádios bem como times sem craques de expressão. A entidade bancou a contratação de jogadores renomados e os distribuiu entre os participantes do campeonato. Resultado: a iniciativa foi um sucesso. Verbas da CBF não servem apenas “para que federações organizem calendários para que clubes participem”; recursos financeiros também se prestam a dividir para somar. A democrática alternância de poder é salutar até em regimes ditatoriais.

TELA QUENTE – Crô, o filme, de Bruno Barreto, com Marcelo Cerrado no papel-título, surpreendeu até o mais otimista dos cinéfilos. A produção, baseada em personagem criado por Aguinaldo Silva para a novela Fina Estampa faturou dez milhões de reais em duas semanas e é o primeiro em bilheteria no citado período.

NÃO É COMIGO - O Aprendiz, na rede Record, chegou ao final da nona temporada nesta terça-feira com programa que definiu a ganhadora do prêmio de R$ 1 milhão mais contrato de um ano com salário de R$ 20 mil. Roberto Justus se deu por feliz com a qualidade apresentada pela atração e decepcionado com a audiência, a pior da serie. Questionado a respeito sugeriu que “a resposta cabe à rede Record”. Simples assim.

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