Por que tratar só no pico da dor não é a melhor opção?
POR QUE TRATAR SÓ NO PICO DA DOR NÃO É A MELHOR OPÇÃO?
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“Se você só trata quando a dor fica insuportável, talvez esteja sempre chegando tarde demais.”
A dor aumenta.
Você procura ajuda.
Trata, melhora… e volta à rotina.
Até que, algum tempo depois, a dor aparece novamente.
E esse ciclo se repete.
Mas existe um ponto importante: a dor que você sente hoje pode ser resultado de algo que o seu corpo vem compensando há muito tempo.
Uma sobrecarga, uma alteração de movimento, perda de força, redução de mobilidade ou hábitos que, repetidamente, exigem mais do que o corpo consegue oferecer.
Por isso, tratar apenas no pico da dor pode significar olhar somente para o momento mais evidente do problema — e não para tudo o que contribuiu para ele chegar até ali.
Um tratamento individualizado precisa ir além de simplesmente diminuir a dor.
É preciso compreender por que ela apareceu, o que está mantendo o quadro e o que precisa ser modificado para que o corpo volte a funcionar melhor.
Nossa dica de hoje é: não espere a dor gritar para começar a escutar o seu corpo.
Dor não deveria ser o ponto de partida para o cuidado.
Deveria ser um sinal para você prestar atenção.
(*) Dra. Thais Cristina Leite – fisioterapeuta, formada em 2004 pela UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), com 20 anos de prática clínica. Especialista em Gestão em Saúde/Educação Especial e Inclusiva. Formação em terapia manual, liberação miofascial, mobilização neural, ventosaterapia, terapia floral, método ProCURE, formação em análise corporal e outras técnicas integrativas e complementares em saúde. Siga nas redes sociais: @dra.thaiscristinaleite.

