A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Terça-feira, 22 de Outubro de 2019

20/04/2012 13:40

Mais uma conquista

Por Heitor Freire (*)

O trabalho como esforço aplicado para se conquistar algo sempre dá resultado. O seu sentido fundamental é o que fazemos com a nossa vida, procurando sempre fazer bem feito. As mulheres, aos poucos, estão conseguindo ocupar o verdadeiro lugar a que têm direito, como companheiras dos homens e como seres inteligentes que buscam sua realização.

Elas acabam de conquistar mais uma etapa na sua luta de afirmação pessoal. A partir do dia 04 último, conforme determina a Lei nº 12.605, publicada no Diário Oficial da União, as instituições de ensino públicas e privadas são obrigadas a flexionar o gênero para nomear profissão ou grau nos diplomas universitários. Trocando em miúdos: até então, como não existiam designações femininas para as profissões, por exemplo, de arquitetos, engenheiros e bibliotecários, entre outras, os diplomas universitários que lhes eram conferidos eram grafados somente no gênero masculino. Aparentemente é pouca coisa, mas não é não.

Eu tenho uma filha, Thaís, cujo diploma universitário expedido pela PUC-Campinas, lhe confere o grau de engenheiro civil. A arquiteta Sônia Chinzarian Miguel – filha do meu saudoso amigo e irmão Muxeque Chinzarian –, usava nas placas designativas de seus projetos a sua identificação como arquiteto, como se lê numa placa de uma obra na rua Maracaju. Agora tudo isso mudou, pois o texto da lei é imperativo: elas serão nomeadas como engenheiras, arquitetas, etc. Inclusive as atuais detentoras de diplomas com a designação, agora incorreta, poderão requerer a expedição de um novo, com a nomeação correta, sem qualquer custo financeiro.

Tempos atrás, conversando com o presidente do CREA, Jary Carvalho e Castro, comentávamos o assunto. Ele dizia que o CONFEA – Conselho Federal de Engenharia e Agronomia –, buscava uma solução para o problema. Agora ficou resolvido definitivamente, com a iniciativa do Governo Federal.

E assim, de conquista em conquista, as mulheres prosseguem em sua luta constante para merecer o respeito de todos.

(*)Heitor Freire é corretor de imóveis e advogado.

Um olho no peixe, outro no gato
O agro brasileiro poderia ser bem mais assertivo em sua comunicação com os mercados, aqui e no exterior. Falar mais das coisas boas que faz, seguindo...
Como transformar a nossa relação com a natureza?
Falar em meio ambiente não é algo abstrato. Se traduz no ar puro que respiramos, na água que bebemos e na fauna e flora que nos cercam. Somos depende...
Sem comunicação não há evolução
Os líderes do agronegócio hoje concordam que precisamos dialogar muito mais com a sociedade urbana, pois sem isso não teremos aderência nas necessida...
A Ciência e o desenvolvimento: o óbvio que deve ser lembrado
Um país só se desenvolve se tiver ciência sólida que se transforme em tecnologia empregada pelo setor produtivo. Isso tem sido sobejamente demonstrad...
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions