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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Novembro de 2019

09/11/2019 09:31

O uso da tecnologia como aliada na segurança residencial

Por Leandro Martins (*)

Há poucos anos, imaginar uma portaria que funcionasse à distância poderia soar futurista demais. Mas assim como aconteceu em outras áreas, a tecnologia chegou aos condomínios residenciais e, por mais que algumas pessoas, por falta de conhecimento, ainda sejam avessas à modernidade, não há como ir na contramão da evolução. A presença física do porteiro ainda é em muitos casos atrelada a segurança e, principalmente, comodidade, mas é, também, um elo bastante frágil na portaria residencial.

Embora bastante controversos, há dois motivos que demonstram essa fragilidade: o primeiro é a ausência do porteiro que, ainda que por poucos minutos, ao deixar a portaria para auxiliar em atividades corriqueiras, como entregar a correspondência ou ajudar a manobrar o carro, deixa o condomínio suscetível. A segunda questão é a sua própria presença, que o deixa mais exposto, sendo uma presa fácil de ser rendido ou ameaçado para abrir os portões e liberar a entrada dos bandidos. A contrapartida de tais eventualidades pode ser a contratação de uma portaria remota, por exemplo. Como os atendimentos são rotativos, o próprio sistema identifica qual dos profissionais da central está disponível naquele momento para atender o chamado, mantendo a impessoalidade tão necessária nesse tipo de atendimento.

As vantagens vão ainda além, alcançando também a questão financeira. Na portaria convencional, o profissional acaba, por muitas vezes, ficando ocioso a maior parte do tempo, acarretando uma despesa alta para os condôminos. Na portaria remota, os colaboradores são alocados dentro de uma central e são capazes de atender diferentes condomínios ao mesmo tempo. A consequência é que, com uma melhor gestão do tempo, é possível diminuir consideravelmente os custos da portaria, uma das maiores despesas do condomínio, gerando uma redução em até 60% do total gastos com esse serviço. Outras vantagens vêm, muitas vezes, por consequência, tais como: a possibilidade da redução da mensalidade do condomínio, que pode acarretar na diminuição da inadimplência e maior facilidade na venda e locação dos imóveis ou investimento em mais equipamentos de segurança, lazer ou fachada dos edifícios.

O que vale de alerta na contratação de uma portaria remota é pesquisar com bastante critério quais são as empresas prestadoras do serviço, visto que muitas passaram a ofertar esse tipo de produto sem ter estrutura capaz de atender com qualidade, seja no quesito segurança e/ou no respaldo ao cliente. Para evitar a preocupação em torno da banalização do termo, o ideal é que o síndico ou gestor administrativo se certifique das qualificações e referências da empresa no mercado, além de, principalmente, atentar-se às facilidades de comunicação com o suporte aos clientes. É preciso, no que compete a segurança, que o atendimento seja sempre no menor tempo possível, de forma eficaz e extremamente assertiva.

(*) Leandro Martins é CEO da Peter Graber, administrador de empresas com MBA executivo em Gestão Estratégia e Financeira de Negócios.

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