Agente funerário de MS é preso com cocaína escondida em carro fúnebre
Droga foi localizada com auxílio de um cão farejador da Polícia Federal em Brasília (DF)
O agente funerário Jonathan Levi de Barros, de 30 anos, e Juliano Rodighero, de 31 anos, foram presos na tarde de quarta-feira (28) enquanto transportavam 40 tabletes de cocaína escondidos em um carro fúnebre, em Brasília (DF). Os dois foram autuados por tráfico internacional de drogas, já que saíram da Bolívia com os entorpecentes.
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Agente funerário de Mato Grosso do Sul e comparsa foram presos em Brasília transportando 40 tabletes de cocaína em carro fúnebre. A droga estava escondida no compartimento entre a cabine e o espaço destinado ao transporte do corpo. A apreensão causou prejuízo estimado de R$ 1 milhão ao crime organizado. O agente funerário Jonathan Levi de Barros, de 30 anos, já havia se envolvido em ocorrência anterior em 2022, quando depredou veículo de funerária concorrente durante disputa por área de atendimento em Jaraguari, município a 47 quilômetros de Campo Grande.
De acordo com a Rotam (Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas) do Distrito Federal, a ação foi realizada em conjunto com a DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes) da Polícia Federal, após trabalho de inteligência. A abordagem ocorreu na BR-040, em Brasília.
A droga foi localizada com auxílio de um cão farejador da Polícia Federal, escondida no compartimento que separa o espaço destinado ao transporte do corpo da cabine do motorista.
Além do carro fúnebre, outro veículo também foi apreendido, por ser utilizado no transporte dos entorpecentes. Segundo a PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal), o prejuízo estimado ao crime organizado é de cerca de R$ 1 milhão.
Jonathan Levi de Barros já havia sido notícia no Campo Grande News em junho de 2022, quando depredou o carro de uma funerária concorrente durante uma disputa por área de atendimento no município de Jaraguari, a 47 quilômetros de Campo Grande.
Na época, o delegado da Polícia Civil Jarley Inácio de Souza explicou que houve um desentendimento entre representantes da Pax Nacional, de Campo Grande, e da Pax Jaraguari do Brasil. Conforme o delegado, a área de atuação das funerárias é definida por edital, e naquele dia a empresa de Jaraguari estava de plantão e deveria realizar o transporte do corpo. No entanto, a funerária da Capital chegou antes ao local.
Durante a confusão, vidros e a parte frontal do veículo da concorrente foram destruídos. O caso envolveu uma morte natural, mas a família acionou a funerária de Campo Grande. “Eles se deslocaram até Jaraguari sem verificar de quem era o plantão”, afirmou o delegado à época.

