Suspeita de desviar R$ 40 mil, campo-grandense que havia sumido volta para casa
Karyn Lima ficou desaparecida por 8 dias em São José (SC) após sair para ir ao dentista

A campo-grandense Karyn Lima Souza e Silva, de 24 anos, que havia desaparecido no dia 15 de abril, em São José (SC), retornou para casa no fim desta semana. A jovem é suspeita de desviar cerca de R$ 40 mil de uma escola particular, caso investigado pela 3ª Delegacia de Polícia Civil daquele município. Ela sumiu após dizer ao marido que iria a uma consulta ao dentista, entrar em um carro de aplicativo e não retornar para casa.
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Karyn Lima Souza e Silva, de 24 anos, desaparecida desde 15 de abril em São José (SC), retornou para casa na noite de quinta-feira (23). Suspeita de desviar R$ 40 mil de uma escola particular, ela estava abalada emocionalmente e teria vivido em situação de rua. A jovem sumiu após dizer ao marido que iria ao dentista. A família planeja buscar acompanhamento psicológico.
De acordo com o portal ND+, Karyn voltou para casa na noite de quinta-feira (23). Ela estava consciente, mas abalada emocionalmente. Ao site, a mãe relatou que a jovem teria vivido em situação de rua durante o período em que era considerada desaparecida. A família informou que deve buscar acompanhamento psicológico nos próximos dias.
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Karyn desapareceu após sair da escola onde trabalhava, por volta das 9h do dia 15. Na ocasião, ela disse ao marido que estava com dor de dente e que iria ao dentista. Imagens e relatos indicavam que a jovem entrou em um carro de aplicativo, mas não retornou para casa. Poucas horas depois, colegas de trabalho tentaram contato, porém o celular estava desligado. Diante da ausência, o marido registrou boletim de ocorrência por desaparecimento.
No dia seguinte, a instituição de ensino procurou a polícia e registrou ocorrência de estelionato. Conforme o relato, Karyn, em vez de informar a chave Pix da escola a pais e responsáveis, repassava a própria chave, o que teria gerado prejuízo de aproximadamente R$ 40 mil.
Na quarta-feira (22), a Polícia Civil de Santa Catarina informou ao Campo Grande News que os casos de desaparecimento e de estelionato eram investigados separadamente. Na ocasião, também havia indícios de que a jovem mantinha contato com familiares por mensagens, afirmando que estava bem, informação que era analisada pelas autoridades.
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