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Cidades

Efeitos da Coronavac em vacinados serão monitorados pelo Ministério da Saúde

Todos os integrantes dos grupos prioritários que estão sendo imunizados serão monitorados para possíveis reações à vacina

Por Ana Paula Chuva | 19/01/2021 15:33
Idoso recebendo dose da coronavac em asilo. (Foto: Henrique Kawaminami)
Idoso recebendo dose da coronavac em asilo. (Foto: Henrique Kawaminami)

Os integrantes dos grupos prioritários que estão recebendo as doses da Coronavac em Mato Grosso do Sul serão monitorados para acompanhamento de possíveis reações à vacina e caso haja alguma intercorrência grave serão encaminhados para hospital de referência.

De acordo com a SES (Secretaria Estadual de Saúde), o monitoramento será feito através do registro da pessoa vacina no sistema do Ministério da Saúde. O cadastro do vacinado é nominal e individual garantindo o reconhecimento pelo CPF (Cadastro de Pessoa Física) ou CNS (Cartão Nacional de Saúde).

No formulário devem ser preenchidos dados como data de nascimento, nome da mãe, cadastro do estabelecimento de saúde onde recebeu a dose, sexo, grupo prioritário ao qual faz parte, data da vacinação, nome, fabricante e lote/validade da vacina e o tipo de dose.

Ainda conforme a SES, após esse cadastro a responsabilidade pelo acompanhamento do vacinado é de responsabilidade dos serviços de atenção básica de saúde local e nos CRIE (Centros de Referencia para Imunobiológicos Especiais).

“As coordenações estaduais deverão organizar juntamente com os municípios o acompanhamento dos vacinados supostamente acometidos por eventos adversos associados à(s) vacina(s) e uma rede de referência para seu cuidado. “, diz a secretaria em nota.

Com isso, o imunizado que apresentar alguma reação grave deverá ser encaminhado para o hospital de referência previamente definido e receber os cuidados especializados.

“Os estados, DF e municípios deverão estabelecer e realizar sistema de referenciamento e contrarreferenciamento para o atendimento de possíveis eventos adversos, em especial, os graves, raros e inusitados, em articulação com os CRIE, Atenção Primária e Especializada (Serviços de Urgência/emergência, hospitais de atenção terciária), facilitando desta forma a integração e vigilância ativa dos EAPV. “, finaliza a nota.

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