Sem concorrência, Romão Milhan é eleito novo chefe do Ministério Público
Promotor segue no comando do órgão com promessa de mais tecnologia e foco em resultados
Sem disputa, o promotor Romão Avila Milhan Junior foi eleito nesta sexta-feira (20) Procurador-Geral de Justiça do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) para o biênio 2026-2028. A votação protocolar agora segue para formalização pelo governador Eduardo Riedel, com posse prevista para maio.
RESUMO
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O promotor Romão Avila Milhan Junior foi eleito Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público de Mato Grosso do Sul para o biênio 2026-2028, em votação sem concorrentes. A posse está prevista para maio, após formalização pelo governador Eduardo Riedel. Em seu plano de gestão, Milhan propõe ampliar o uso de tecnologia, incluindo inteligência artificial, e priorizar áreas como infância, patrimônio público e investigações complexas. O novo procurador também planeja reforçar a estrutura interna e a segurança nas comarcas mais vulneráveis.
Reconduzido ao cargo, Romão continua responsável por definir os rumos do Ministério Público no Estado, incluindo prioridades de atuação, estratégias de investigação e organização interna do órgão. No plano apresentado, a principal aposta é ampliar o uso de tecnologia, inclusive com ferramentas de inteligência artificial para agilizar análises e reduzir a burocracia.
A proposta também prevê atuação mais direcionada, com base em indicadores sociais, o que na prática significa escolher onde concentrar esforços. Áreas como infância, patrimônio público e investigações mais complexas devem ganhar prioridade.
Outro ponto é o reforço na estrutura interna, com mudanças para dar mais suporte aos promotores e tentar dar conta de demandas que vêm aumentando. Já na segurança, a ideia é ampliar o monitoramento das unidades e reforçar a presença policial em comarcas consideradas mais vulneráveis.
Apesar do discurso de modernização e aproximação com a sociedade, a gestão começa sem enfrentar resistência interna, o que reduz pressão imediata, mas também aumenta a cobrança por resultados ao longo do mandato.


