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Cidades

Uems prorroga atividades em "home office" até 31 de agosto

Aulas presenciais também continuam suspensas por tempo indeterminado devido a pandemia

Por Leonardo Rocha | 27/07/2020 09:23
Sede da Uems, em Dourados (Foto: Folha de Dourados)
Sede da Uems, em Dourados (Foto: Folha de Dourados)

A Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) prorrogou até 31 de agosto, as atividades remotas em “home office” em todas as suas unidades, devido o aumento de casos e mortes de coronavírus no Estado, nas últimas semanas. As aulas seguem suspensas por tempo indeterminado.

A prorrogação (trabalho remoto) foi publicada hoje (27), no Diário Oficial do Estado, tendo como justificativa o atual cenário da pandemia no Mato Grosso do Sul. Durante este período fica autorizada a abertura dos espaços (unidades) apenas aos servidores que necessitem fazer atividades essenciais, entre elas que dão suporte tecnológico para as atividades remotas aos estudantes.

Para estas atividades (essenciais), o comitê de biossegurança de cada unidade vai definir os horários e escalas para que haja revezamento dos servidores, seguindo as orientações e normas de segurança de cada município onde fica o campus.

Segundo a portaria, tanto a sede da Universidade como as demais unidades só devem preservar as atividades consideradas essenciais e estratégicas, cabendo a Pró-Reitoria de Desenvolvimento Humano e Social analisar os demais casos.

Aulas – Seguindo as demais instituições de ensino públicas e particulares, a Uems também suspendeu as aulas presenciais na segunda quinzena de março, quando a pandemia do coronavírus chegou ao Estado. Neste período foram feitos vários decretos adiando o retorno das atividades.

No final de maio, a Universidade resolveu prorrogar a suspensão das aulas por tempo indeterminado, só voltando por meio de novo decreto da instituição. Durante este período as atividades virtuais serão feitas de acordo com cada curso, que se organizou para adequação e desenvolvimento do conteúdo.

As aulas presenciais em todo Estado estão suspensas, em todos os níveis de ensino, tanto na rede pública, como na particular. Nas escolas estaduais o governo prorrogou a suspensão até 31 de julho e deve emitir novo decreto em breve sobre a situação.

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