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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

09/05/2016 12:45

Irmãos presos por furto de gado responderão processo em liberdade

Fernanda Mathias
Grupo foi apresentado no último dia 26, pelo Garras (Foto: Guilherme Henri)Grupo foi apresentado no último dia 26, pelo Garras (Foto: Guilherme Henri)

Os irmãos Marco Antônio de Faria, 33 anos e Cícero José de Faria, 44 anos, presos no fim do mês passado, em Campo Grande, junto de outras seis pessoas suspeitas de envolvimento em furto de gado, já estão soltos e responderão ao processo em liberdade. 

A decisão da justiça foi expedida na terça-feira passada, dia 04, sob a condição de comparecerem mensalmente no juízo para comprovar endereço. Eles também estão proibido de sair da cidade sem autorização prévia e terão de comparecer sempre que intimados.

No esquema de furto de gado, os irmãos, juntamente com Júlio César de Abreu dos Santos, 29, são apontados como quem transportava os animais.

Lua cheia – A quadrilha especializada em furto de gados revelou que aproveitava a lua cheia para cometer os crimes, pois o período facilitava o manejo dos animais. Foi constatado o furto de 90 cabeças de gado em uma propriedade rural de Ribas do Rio Pardo – a 103 quilômetros de Campo Grande. O grupo já era investigado por ter furtado gado em outras propriedades rurais do interior do Estado, além de maquinas agrícolas.

Cada um teria papel específico nos crimes e seriam comandados por Franter Lemos Maia, 40 anos, que tinha como auxiliar Dilson Aparecida Almada, 39. Os dois contavam com o apoio de Jairo César Lacerda, 54, que era o responsável em levantar as propriedades que seriam furtadas.

Émerson de Souza Silva, 38, e Sérgio Lima Dantas desempenhavam a função de manejar o gado no campo. Eles agiam durante a madrugada e para fugir de abordagens policiais ainda estavam munidos de documentos fraudados, que serão investigados, pois quem os emitiu também está envolvido com o bando. As notas são do interior do Estado de São Paulo.

O bando foi surpreendido após a polícia descobrir que os caminhões que realizavam o transporte do gado tinham abastecido em Água Clara e seguiam para Ribas do Rio Pardo. Eles foram presos quando colocavam as cabeças de gado nos caminhões, que não tinham capacidade suficiente o que acabou provocando a morte de ao menos dez animais.

Na abordagem o transportador Júlio César tentou escapar deixando o gado escapar na vicinal, MS-357, mas acabou detido.
As prisões preventivas foram decretadas e os policiais ainda estão nas ruas para prender outros envolvidos com o crime.



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