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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

20/11/2009 16:52

Acusados de morte em show admitem briga e negam crime

Redação

Os dois acusados de envolvimento no assassinato de Márcio Junior de Souza Tomiati, 17 anos, admitem que se envolveram na briga que resultou na morte do adolescente, ocorrida dia 26 de agosto, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, durante o show do sertanejo Luan Santana.

No entanto, Mário Gabriel da Silva, 19 anos, e Flávio Vinícius Ferreira da Silva, 19 anos, negam que tenham participado do crime.

Os acusados e seis testemunhas foram ouvidos esta tarde pelo juiz Aluízio Pereira dos Santos. Já pela Vara da Infância e da Juventude, um garoto de 16 anos responde pelo assassinato e confessa ser o autor dos golpes de canivete que tiraram a vida de Tomiati.

Ao juiz, Mário Gabriel afirmou que houve uma briga na qual levou e desferiu socos. Ele estava com a esposa, de 30 anos, e a enteada, de 13 anos, além de Flávio.

Na versão dele, um menino havia chutado a enteada e, por este motivo, quando um garoto se aproximou e gritou a frase "é o planalto" teve início uma briga.

Segundo Mário Gabriel, o tumulto envolveu muitas pessoas e durou cerca de 15 minutos.

O amigo Flávio disse ao magistrado que estava com uma moça, Mário Gabriel, a esposa e a enteada dele. Flávio alegou que começou a briga e que chegou a atingir Márcio com um soco.

Ele sustenta que a confusão foi motivada pelo chute que a garota recebeu, porém, não sabe se o menino que agrediu a enteada de Mário Gabriel foi o mesmo com quem brigou.

A enteada de Mário Gabriel é uma das testemunhas que prestou depoimento hoje ao juiz. A adolescente afirmou que saiu para comprar um refrigerante quando um jovem ofereceu uísque.

Ela disse que não bebia e o rapaz pediu então um beijo. A menina tentou sair, foi puxada pelo braço e conseguiu se soltar.

Na sequência, a adolescente abraçou Mário Gabriel e logo surgiu um grupo de garotos que gritavam: "é o planalto". A menina afirmou que recebeu um chute de um garoto, entretanto, ressaltou que não era o mesmo que a havia abordado.

Cinco minutos depois o grupo voltou, a empurrou e briga começou. "Só vi as pessoas brigando. Não vi quem morreu", pontua.

Já a outra testemunha, aponta uma contradição em relação ao local onde Mário Gabriel estava no momento em que começou a briga. Na primeira versão ela disse que era ao lado dos amigos e na segunda que era perto da vítima.

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