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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

21/04/2011 13:15

Até igrejas serão cadastradas como postos para entrega de armas durante campanha

Agência Brasil

Na primeira reunião do Conselho que vai gerir a nova campanha do desarmamento, nesta segunda-feira (18), ficou acertado que o Ministério da Justiça vai credenciar uma rede nacional de postos para o recolhimento de armas e o pagamento de indenização será imediato para quem devolver a arma que tiver em casa. Além da indenização imediata, as armas serão inutilizadas no momento da entrega. A retomada da campanha de desarmamento será em 6 de maio e foi anunciada no dia 11 de abril pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Vão ser cadastrados como postos de devolução as delegacias da Polícia Civil, os quartéis da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, organizações não-governamentais e igrejas, além da Polícia Federal e das Forças Armadas. O objetivo do Ministério da Justiça e das instituições e organizações da sociedade civil que vão atuar em conjunto é recolher o maior número possível de armas em todo o Brasil.

Quem entregar sua arma receberá um protocolo e poderá trocá-lo em qualquer agência do Banco do Brasil. O valor permanece entre R$ 100 e R$ 300. Munições também poderão ser arrecadadas. Mas quem as entregar não será indenizado, uma vez que a legislação prevê ressarcimento apenas para a entrega de armas de fogo.

As armas serão inutilizadas no momento da entrega. O objetivo é impedir que voltem a ser utilizadas. “Com essa capilaridade e simplificação de procedimentos, acreditamos que a campanha terá grande penetração no território nacional, possibilitando a qualquer brasileiro que queira devolver uma arma contribuir para um país mais seguro”, disse o secretário-executivo do MJ, Luiz Paulo Barreto.

Investimento de R$ 10 milhões - A nova campanha do desarmamento terá início em 6 de maio e será permanente. Até o final de 2011, o MJ terá à disposição R$ 10 milhões para investir nas ações do programa, mas o valor pode ser aumentado, se necessário. Nas duas campanhas anteriores, foram recolhidas cerca de 550 mil armas, número que o MJ espera superar este ano.

ONGs e igrejas que funcionarem como postos de coleta vão ter que seguir algumas regras para dar segurança ao processo. Elas deverão contar sempre com a presença de um agente público em seu endereço (policial federal, civil ou militar, por exemplo), condições de gerar o protocolo de pagamento e local adequado para recolher as armas.

A primeira reunião do Conselho da Campanha do Desarmamento teve a participação de cerca de 40 integrantes de diversas instituições públicas e da sociedade. Entre as entidades presentes estavam a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Banco do Brasil, Ministério da Defesa, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Frente Nacional dos Prefeitos, Rede Desarma Brasil, Conselho dos Chefes de Polícia Civil, Conselho Nacional dos Comandantes de Polícia Militar, Ministério Público Federal e Associação Maçônica do Brasil.



Sou contra o desarmamento: primeiro o povo deve ter segurança, e ter policiais suficiente pra atender a população pois ñ é isso que ocorre, e tem mais os marginais sabe que a maioria do povo ñ usa arma por isso que deitam e rolam em qualquer lugar cometendo roubos.
 
Felipe Salinas em 22/04/2011 08:23:25
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