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Campo Grande, Domingo, 24 de Setembro de 2017

01/08/2017 12:40

Ao defender decreto, prefeito cita atentado contra carro da Uber e insegurança

“A sociedade tem que estar segura quando entrar num carro desses", diz Marquinhos

Aline dos Santos e Guilherme Henri
Marquinhos lembrou atentado no Jardim Carioca.
(Foto: Marcos Ermínio)Marquinhos lembrou atentado no Jardim Carioca. (Foto: Marcos Ermínio)

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) afirmou nesta terça-feira (dia primeiro) que vai fazer honrar o decreto que regulamenta a Uber e demais empresas que prestam serviço de carona paga em Campo Grande. Ele citou atentado em que dois passageiros foram executados e o motorista da Uber ficou ferido. O crime foi na última quinta-feira (dia 27), no Jardim Carioca.

“A sociedade tem que estar segura quando entrar num carro desses. Saber quem é o motorista, de onde veio, qual o desejo? Não impedimos o livre comércio, são leis nacionais. Por que não querem apresentar antecedentes criminais, por que essa resistência?, questiona Marquinhos.

No dia 19 de julho, o prefeito anunciou que começaria em agosto as multas para empresas irregulares por não entregar os documentos exigidos no decreto municipal 13.157, de 16 de maio de 2017.

As OTTs (Operadoras de Tecnologia de Transporte) tinham prazo de 60 dias para regularização. “Vamos começar [fiscalização] a partir do momento que foi acordado”, diz.

Conforme o decreto, as operadoras deverão ter filiais em Campo Grande, além de serviço de atendimento ao cliente, para relacionamento com usuários e a Administração Pública. O prazo de regularização para os condutores termina em setembro.

Caso – Motorista da Uber e professor, Nelson Miyashiro Tobaru,38 anos, foi baleado enquanto seguia em seu veículo Peugeot 207 com dois passageiros, Reynan Felipe Vieira de Oliveira e Maickon Alves Marques, os dois de 22 anos. Os rapazes foram executados após serem atingidos por diversos disparos de grosso calibre.

Testemunhas contaram que os atiradores estavam em três veículos. O motorista da Uber relatou à Polícia Militar, que não conhecia as vítimas mortas no atentado. Ele apenas fazia a corrida para os passageiros.




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