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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

06/07/2015 09:05

"Vaquinha" para pagar recompensa também ajudará família de policial

Luana Rodrigues
José Osmar está foragido desde o dia 28 de junho (Foto: Divulgação)José Osmar está foragido desde o dia 28 de junho (Foto: Divulgação)

O dinheiro doado a uma conta corrente criada pelo Sinpol-MS (Sindicato dos Policias Civis de Mato Grosso do Sul), para pagar a recompensa a pessoa que denunciar o paradeiro de José Osmar Freitas (Veinho), de 24 anos, principal suspeito de ter matado o policial civil José Nivaldo de Almeida, também será revertido para a família dele.

Conforme o Sinpol-MS, o dinheiro será dividido, metade será usada como recompensa e a outra metade será doada para família do policial. Caso ninguém leve informações à polícia em troca da recompensa, e mesmo assim o acusado seja capturado, todo o dinheiro arrecadado será doado a família.

Investigador da Polícia Civil por cerca de dez anos, José Nivaldo morreu deixando a esposa e cinco filhos, sendo três deles menores de idade de 17, 11 e 8 anos. "Sabemos o quanto ele fará falta pra esses filhos, principalmente pela presença como pai, mas também financeiramente, nos sensibilizamos e decidimos fazer algo para tentar ajudar", explicou um representante da entidade.

Conforme a entidade, as denúncias devem ser feita pelo telefone (67) 3478-1199 ou em qualquer unidade da Polícia Civil. Caso, o foragido seja detido e ninguém retire a recompensa, o montante será revertido para a família do policial civil falecido.

Caso - O investigador José Nivaldo de Almeida teria saído de casa após ouvir três tiros, e foi ver o que estava acontecendo, quando encontrou José Osmar caminhando pela rua com um revólver na mão. Ele foi morto ao tentar prender José Osmar, que minutos antes do crime havia tentado matar uma pessoa durante briga de bar.

Nivaldo deu voz de prisão e tirou a arma de Osmar, mas o homem reagiu e conseguiu pegar a pistola do investigador. O policial foi morto com pelo menos quatro tiros, na região da barriga, perna e cabeça. Após o crime, José fugiu a pé em direção a uma região de chácara. O suspeito tem várias passagens pela polícia por tráfico, furto e violência doméstica. Nivaldo trabalhava na Delegacia de Polícia Civil de Tacuru há pelo menos sete anos.

Para as doações, o sindicato disponibilizou a seguinte conta:
Banco do Brasil
Agência: 4211-0
Conta corrente: 42852-3



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