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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

22/08/2016 15:24

Advogados de dois presos em operação do Gaeco deixam processos

Christiane Reis

Depois de uma semana de prião, Evandro Farinelli e Ivamil Rodrigues de Almeida não estão mais com os mesmos advogados. As defesa dos dois presos na Operação Pecúnia informaram que não estão mais com a causa e não detalharam o motivo, tampouco quem assumiu ou vai assumir o processo. Evandro Farinelli é apontado nas investigações como “laranja” do ex vice-prefeito Gilmar Antunes Olarte, e da esposa dele, Andreia Zanelato Olarte, enquanto Ivamil de Almeida, seria o corretor de imóveis do casal em supostas aquisições fraudulentas.

Os quatro foram presos na segunda-feira (15), em decorrência da Operação, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), braço do MPE (Ministério Público Estadual). As prisões forram pedidas por meio de investigação que apura prática de crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa e falsidade ideológica. O grupo teve a prisão temporária convertida em preventiva, e habeas corpus negado.

Gilmar Olarte está no Presídio Militar e a esposa em uma cela do Garras (Grupo Armado de Resgate e Repressão a Assaltos e Sequestros). Os outros dois acusados foram levados para o Centro de Triagem, no complexo penitenciário, em Campo Grande, onde ainda permanecem, segundo a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário).

O caso - As investigações começaram a partir dos dados obtidos com a quebra do sigilo bancário de Andreia Olarte e de sua empresa, denominada Casa da Esteticista. Ainda segundo o que foi apurado pela Operação Pecúnia, entre 2014 e 2015, enquanto Olarte ocupava o cargo de prefeito, Andreia adquiriu vários imóveis na Capital. Os bens totalizaram R$ 3,6 milhões, com preferência por imóveis em condomínios de luxo.

Alguns bens ficaram em nome de terceiros, com pagamentos iniciais em elevadas quantias (dinheiro, transferências bancárias e depósitos). Conforme a investigação, a princípio, os bens são incompatíveis com a renda do casal.



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