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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

21/12/2010 19:57

Depois de briga com reitora, professores de história são exonerados da UFMS

João Humberto
Professor Cezar Benevides chegou a dizer que entraria com pedido de impeachment devido à perseguição, segundo informou. (Foto: João Humberto).Professor Cezar Benevides chegou a dizer que entraria com pedido de impeachment devido à "perseguição", segundo informou. (Foto: João Humberto).

O professor doutor Cezar Augusto Carneiro Benevides, chefe do departamento de História da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), foi demitido hoje pela reitora da instituição, professora doutora Célia Maria da Silva Oliveira, de acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União.

A decisão é decorrente de um processo administrativo disciplinar pelo fato de o professor ter comprado em meados de 2006 um acervo de aproximadamente 2,5 mil livros de uma coleção da professora Nanci Leonzo, que também lecionava no curso de licenciatura em História da UFMS, e que, assim como Cezar, foi demitida hoje.

Cezar argumenta que em outubro deste ano, a reitora entrou com representação no MPF (Ministério Público Federal) o acusando de ter se beneficiado com a compra dos livros. No dia 30 de novembro deste ano, o professor procurou o Campo Grande News para informar que pretendia abrir processo de impeachment contra Célia por causa da representação.

Como Nanci e Cezar viveram juntos entre o fim da década de 80 e início da década de 2000, a reitora atribuía ao relacionamento um jogo de interesses por parte do professor em adquirir o acervo, conforme ele mesmo disse à reportagem. Na ocasião ele confessou que repudiava o fato de que uma relação afetiva estivesse sendo enfocada numa questão tão delicada.

Devido supostas perseguições e retaliações sofridas em meio a ameaças e até boatos que constantemente o abordavam e que envolviam a reitora, Cezar decidiu ingressar com mandado de segurança, em maio deste ano, apresentando toda a lista dos livros adquiridos da professora Nanci, bem como aproveitou para reforçar a "mania" de perseguição da reitora para com ele.

Como a reitora acusava Cezar de ter cometido improbidade administrativa na compra do acervo de livros, o professor acionou a Justiça, que se manifestou a favor dele, aceitando suas explicações e elogiando seu relatório a respeito do conteúdo das publicações adquiridas, disse o professor.

Ainda de acordo com Cezar, a reitora teria ido até São Paulo (SP) para tentar reverter a decisão da Justiça que inocentou o professor de ter cometido improbidade administrativa. “Por isso, agora ela quer levantar questionamentos a respeito do relacionamento que tive com a professora Nanci. Isso não tem nada a ver”, explicou o professor.

A compra do acervo foi feita pela Fadems (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Educação de Mato Grosso do Sul) na gestão do então reitor Manoel Catarino de Paes Peró. Cezar conta que Célia fazia parte do Conselho Universitário, que aprovou a aquisição.

“Porque ela não levantou questionamentos na época da compra do acervo?”, questionou Benevides.

Comissão - Em julho deste ano, a UFMS determinou, por meio de portaria, formar uma comissão que iria coordenar o curso de Licenciatura em História, que sofria com a falta de professores, aula e perspectivas de futuro.

Os problemas no curso foram reportados pelo Campo Grande News em junho. Segundo a portaria, a comissão “irá desenvolver atividades relacionadas ao Departamento e Coordenação do Curso de História”, informa de forma genérica.

Na época a reitoria informou que a comissão faria o acompanhamento da parte administrativa do curso, como as matrículas e o lançamento de notas. Praticamente inoperante no primeiro semestre, a situação continuava se repetindo, conforme Cezar.

Demissão - No Diário Oficial fica descrito pela reitora que os professores cometeram improbidade administrativa ao “receber, para si ou para outrem, dinheiro, bem móvel ou imóvel, ou qualquer outra vantagem econômica, direta ou indireta, a título de comissão, percentagem, gratificação ou presente de quem tenha interesse, direto ou indireto, que possa ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público”; “aceitar emprego, comissão ou exercer atividade de consultoria ou assessoramento para pessoa física ou jurídica que tenha interesse suscetível de ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público, durante a atividade”; “perceber vantagem econômica para intermediar a liberação ou aplicação de verba pública de qualquer natureza”; “incorporar, por qualquer forma, ao seu patrimônio bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas”.

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Só rindo mesmo.... A família Guerra é grande na cidade, mas a profa. prefere atirar pedras na lua!... quer meu cpf? Ou também já fui eleito como mais um culpado pela demissão!? Era só o que faltava!
 
Gregório Guerra em 24/12/2010 11:18:26
O pau vai comer,...
 
Fernando Souza em 23/12/2010 10:09:05
A demissão dos professores não se dá por conta de "briga com a reitora" como quer parecer a manchete desse jornal. Acontece porque durante a gestão de um deles junto a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação o mesmo teria agido em desacordo com a lei brasileira. Isso foi apontado em 5 sindicâncias diferentes que sinalizaram por essa penalidade para os dois.
Muito se diz sobre a precariedade do curso de História em Campo Grande da UFMS. O que há de concreto é que, mesmo sendo da mesma área, o professor, que por 7,5 anos foi responsável pela pró-reitoria que escolhia as vagas para os concursos, pouco ou nada fez por aquele curso. E, quando fez, foi de maneira discutível, como a compra dos tais livros sem licitação, objeto de uma as sindicâncias e que possivelmente lhe custou o cargo.
Certamente os professores poderão recorrer ao Supremo Tribunal Federal da decisão da UFMS. Mas é salutar ver que a UFMS finalmente toma coragem e se insurge contra desmandos e ações arbitrárias, ilícitas e lesivas ao patrimônio público feitas por eventuais mandatários de poder. A lei brasileira é para todos. Mesmo para doutores!
 
Eduardo Figueiredo em 23/12/2010 09:48:35
GREGÓRIO de Matos GUERRA (1636-1695) é um conhecido poeta do período qualificado como "barroco brasileiro". Boca do Inferno ou Boca de Brasa são seus cognomes.
Consta, em dos seus sonetos mais célebres, o seguinte:"Conselhos a qualquer tolo para parecer fidalgo, rico e discreto".
 
Profa. Nanci Leonzo em 23/12/2010 06:32:45
Veja bem. Esta Reitora apura casos de irregularidades inventadas. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL e a JUSTIÇA FEDERAL deveria investigar casos como TRANSPORTE ILEGAL DE ELEITORES, que foi feito por esta Reitora da UFMS. Até o momento nada foi apurado sobre isto. Engrçado, a Reitora tentando pousar de boazinha e transportando eleitores com carro oficial da UFMS e pagando até diárias.
isso sim é engraçado. consultem e vejam o que acontece realmente.
 
Luis Alberto pereira Machado Oliveira em 23/12/2010 04:35:57
PARABÉNS AO CAMPO GRANDE NEWS!!!!.... RETIRO O QUE DISSE ANTERIORMENTE!!!

Tomará que esse dois ao entrarem na justiça o processo caia com o Dr. Odilon, ele sabe o que fazer com sanguessugas do dinheiro público!
 
Gregório Guerra em 23/12/2010 04:22:12
Estou pasma em ver a atitude da Magnífica reitora... Exonerar dois doutores... Depois de tudo que se investiu neles... Isso é muito grave e dá margens a várias discussões. Eu paguei por estes investimentos e você leitor, também pagou.
Ainda refletindo sobre essa exoneração, está tão óbvio que é uma revanche que chega a ser perigosa a atitude da reitora... Essa exoneração sair logo após a notícia de que o professor em questão ia pedir o impeachment da reitora... é coisa que nos põe a pensar.
Também sou da UFMS, dou um duro danado o ano todo, com pesquisa, extensão, sala de aula... e agora fico pensando... Se eu discordar dela em alguma coisa, amanhã poderei ser eu a exonerada?
E os alunos do curso de história como ficarão?
E o nosso dinheiro investido na formação desses professores que estão agora qualificados e liberados para ir para a rede privada e ganhar mais que essa merreca que o governo federal nos paga...
 
abismada em 22/12/2010 12:47:48
Que vergonha Campo Grande News!!!! comentário contra a ufms pode! falando a verdade desses dois não pode!.... $$$$$ lamentável $$$$
 
Gregório Guerra em 22/12/2010 12:31:03
Alo Carlos, tem sim gente preocupada com a qualidade de ensino oferecido aos acadêmicos, mas estas pessoas foram exoneradas. Tem outras pessoas preocupadas com veleidades e vaidades, essas são defendidas aqui por um "anônimo" acadêmico da UFMS. Creio que basta isso, esta diferença entre expor-se e acovardar-se no anonimato, para esclarecer responsabilidades, metas, objetivos e ideologias.
 
Dirceu Martins de Oliveira em 22/12/2010 11:16:36
Na UFMS é assim se não vão com a cara de alguém, começam a perseguir, o Ministério Público Federal precisa investigar direitinho essa história e punir os culpados.
 
Lucio Adeur em 22/12/2010 10:42:53
Pensando bem, acho que o problema é que a tampa não se encaixou bem na "panela", porisso explodiu!
 
Hilda França em 22/12/2010 10:42:03
a estória do brasil é assim um monte de mentiras que causam espanto. Os professores catedráticos são exemplos de docência e decadentes como pode um doutor ou mestre comportarem-se desta forma. Qualé a qualificação profissional desta reitora indicada por um senador da república? Quais são os gastos reais desta universidade e as citadas viagens deste fórum? Nosso dinheiro é cobrado na fonte pelos IRRF, IPVA,ISS,IPI, IPTU que concedem asfalto água energia elétrica e acesso urbano para esta insituição. O lago do amor no fundo desta universidade fede e está contaminado e nada de pesquisa e denùncias. as empresas imobiliárias constroem as margens da universidade em áreas federais e nada de fiscalização ambiental. Senhores deputados federais, senadores e políticos continuem aumentando seus salários em 25% ao ano será assim o corte de R$ 2 bilhões de reais em educação. As notas não são publicadas os trabalhos de conclusão de curso são entregues por cima da cerca e notas são fraudadas com permissão desta reitoria. Cadê o HU que nunca funciona por falta de verbas e a policlinica que não tem professores e doutores para coordenarem os cursos. Univesridade de Fachada.
 
Ana Bella Leric Alfonso em 22/12/2010 10:32:23
Exonerar um Doutor nomínimo é um atitude impensada, ainda mais quando se tratando de um adversário político.
Nós contribuintes pagamos muito caro para formar um doutor para atuar nas universidades prúblicas, e não podemos aceitar que rixas políticas interfira na qualidade do ensino e na falta de respito aos profissonais da educação.
Deixo aqui uma reflexão jurídica "para os amigos da reitora todas as benésses das leis, para os inimigos todos os rigores das leis."
 
Zilda Peixoto em 22/12/2010 09:35:49
Seguinte, todo mundo sabe muito bem do caos que está a UFMS depois que essa reitora assumiu. Na área da extensãoe cultura todos sofrem. Seu amigo Milton Mariani se preocupa com festas e luxo... largaram a casa da ciência e ele tá custeando com recursos próprios livros por ele escrito! A reitora não tem nem a metda do respaudo que tem o reitor da UFGD... lá cresce e aqui afunda! POr que não tem técnicos no museu de arqueologia, na piscina, na biblioteca? Pensem e cobrem aqui: onde estão os técnicos oriundos de concurso... Só a patota alcoólica e glamurosa que tem vez... mas ela volta para a sala de aula um dia...
 
Marcos Eustáquio em 22/12/2010 09:34:00
NÓS NÃO PODEMOS NOS CALAR DIANTE DE TANTA COISA ERRADA QUE AINDA OCORRE NESTE PAÍS.

Que boa notícia ao acordar hoje!!!!!!

Pessoal, alguém se lembrou de dizer para pessoas dessa estirpe – porque eles não podem nem serem classificados de professores – que eles deviam estar em salas de aulas dando aulas????? Que eles ganham seus salários para isso????? Há uma “pá” de professores, em todas as instâncias do ensino, que não trabalham nas suas respectivas áreas – a sala de aula –, preferem ficar fazendo traquinagem, safadeza, usurpando os alunos com aulas enroladas, com substituições indevidas, com eventos mal organizados e forjados. Mas é preciso dar um fim nesta pouca vergonha. São atitudes como essa da Reitora da UFMS que vão colar a casa em ordem. Que vão fazer a faxina na instituição. Seria bom que nosso governador, Dr. André, fizesse o mesmo com os órgãos como FUNDECT que mantêm professores doutores lá como pareceristas, porque são bolsistas de Produtividade e Pesquisa do CNPq, mas que não valem um tostão de mel coado como diziam os antigos. Esses “pesquisadores” de meia tigela – porque agora os exonerados estão até escrevendo livros, será que é para vender também para o curso de História da UFMS, devem ser banidos de todas as instituições. CNPq, CAPES, FUNDECT, Universidades e escolas públicas não merecem gente dessa estirpe trabalhando com ensino, pois o máximo que esses saberão ensinar é a dar golpes nos outros. Que fique de alerta essa bela postura da magnífica reitora da UFMS para o nosso prefeito, o nosso governador e a nossa presidente que assume dia primeiro este pais. Se cuidem falsos pesquisadores envolvidos como o “narcoserviço público”. Alunos mal trapilhos como vocês – que não fazem uso devido das bolsas institucionais – ainda os colocaram na berlinda.
 
Paulo José em 22/12/2010 08:59:13
A UFMS apesar de ainda ter qualidade no ensino, precisa de uma reforma ampla. Como tudo que é publico nesse pais sofre com profissionais relapsos e desorganização critica.
Na epoca do reitor Peró era sabido por todos da comunidade academica, das falcatruas e absurdos que aconteciam na reitoria. Agora parece que o problema continua.

O que eu disse acima é algo concreto que tenho certeza e vivenciei.. e o que vou dizer em seguida é uma suposição para explicar o fato reportado pelo site:

- Acredito que o que motivou essa demissão é algum envolvimento amoroso ou intenção não correspondida em tê-lo por parte da reitora e esse professor...

notam que parece coisa de ciume de mulher desprezada?

Deviam ser exonerados todos... chega de serviço publico por apadrinhamento ou coisa do tipo... tem que ser por competência .. tal qual o setor privado.

Fica aqui o meu repudio.
 
Erasmo Naim Negosek em 22/12/2010 08:49:24
me desculpem ops exonerados, mas no meu tempo de ufms, o curso de historia sempre "gozou" de uma fama de péssima administração, desleixo e por aih vai, por parte de sua coordenação.
E agora comparar 1964 com a ufms? Quando foi que a senhora foi torturada, prof.a Nanci?
 
ricardo signorini feldens em 22/12/2010 08:21:30
Tudo isso que aconteceu é normal gente!!, o exemplo já vem do Congresso.
Em Brasilia voce vê Ratazana mesmo, aqui por enquanto são somente Ratos.
Mas tudo também vai terminar em Pizza.
E os alunos é que vão pagar a Pizza, ou seja pagar o Pato.
 
Patricia da Silva em 22/12/2010 07:49:04
porque o campo grande news nao convida a reitora para se defender das denuncias feitas por esse doutor. a constituiçao federal diz que todos tem o direito da ampla defesa e o contraditorio.
 
amilton ferreira de almeida em 22/12/2010 07:33:14
AGORA COMO FICA AMIGO?

DEIXA EU TE CONTAR MAIS UMA SEM QUERER TE DESANIMAR EM: SERIA BOM QUE A NOSSA REITORA INVESTIGASSE OUTROS PROFESSORES – QUE ESTÃO INCLUSIVE NA SUA ADMINISTRAÇÃO – ACERCA DE QUESTÕES DE IMPROBIDADES ADMINISTRATIVAS. POR EXEMPLO, UMA PROFESSORA QUE ORGANIZOU UM GRANDE EVENTO DE LÍNGUAS, ACHO QUE NEM PRECISO DIZER QUAL, NESTE ANO EM PARCERIA ENTRE UFMS E UNIDERP – O QUE POR SI SÓ JÁ FOI UMA VERGONHA PARA A INSTITUIÇÃO PÚBLICA – QUE AS INSCRIÇÕES FORAM DEPOSITADAS EM UMA CONTA PARTICULAR COM O NOME DESTA “NARCOPESQUISADORA”. E O QUE É PIOR, A INDIVÍDUA ATUA TANTO NA UFMS QUANTO NA FUNDECT E NO CNPQ. PODE UMA COISA DESSAS?
 
João Carlos Nascimento em 22/12/2010 06:21:47
É fato: enquanto a UFMS afunda na lama a UFGD faz uma viagem de cruzeiro. O reitor da UFGD consegue ver as coisas grandiosas enquanto a reitora da UFMS fica atenta as coisas pequenas. Acho que a reitora nao tem a visão de futuro que o cargo de reitor exige. Autoridade precisa ser dada para quem sabe usar a autoridade. Lembremos da autoridade dada a um mussolini (facista) no que é que deu. Buda diria que o equilibrio é que faz a força. o que está sendo feito causa desequilibrio institucional que leverá decadas para recuperar o estrago feito. tenho muita dó de quem for assumir a próxima reitoria, pois pegará uma universidade devassada pelo caos que leverá décadas para entrar nos trilhos novamente. MS nao merece uma universidade assim. o povo merece ser respeitado. a sociedade merece o respeito. a universidade precisa demonstrar que é um exemplo de respeito ás leis. infelizmente na UFMS a lei só serve aos inimigos da reitora.
 
Bebeto Arantes em 22/12/2010 06:15:56
Realmente, está na hora da UFMS criar vergonha. essa Reitora nao entende nada de administração publica. Apenas procura atender aos interesses do esposo e dos amigos próximos dela. O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL parece nao ver absolutamente nada ou está com medo de enfrentar e verificar a corrupção desta reitoria da UFMS. a justiça federal de MS está, realmente, de maos atadas. acho até que com o "rabo preso" com alguem da reitoria. Os professores estão sofrendo com esta vizão NAZISTA e FACISTA desta reitora.
abraços e feliz ano novo a todos.
 
Pedrao em 22/12/2010 05:40:27
Pessoal, título não é tudo....
O ensino precisa de pesquisa, dedicação, qualificação com responsabilidade. Não falcatruas, armações. Se o curso de História está como tal, é porque os seus "coordenadores" andaram durante os 30 anos - junto com a ditadura - fazendo conchavos, armações para se darem bem. É curioso perceber agora, que os respectivos “professores” foram EXONERADOS – vão livrar do seus males a instituição – que o seu bando vem em sua defesa. Tenho certeza que os que estão em sua defesa, ou são do bando dos “intelectuais” do “narcoseviço público” ou são desinformados dos currículos desses. Façam o levantamento de quantos anos o EXONERADO ficou no poder e não fez nada NEM MESMO PARA O SEU CURSO DE HISTÓRIA que está às mínguas com substitutos colocados pela magnífica reitora!!!
Eu poderia ficar aqui, um bom tempo elencando nomes de professores que deveriam ser banidos do serviço público para o resto de suas vidas medíocres. MAS VOLTA A AFIRMAR SEUS IMPRESTÁVEIS, A FAXINA ESTÁ APENAS COMEÇANDO. Se cuidem professores pesquisadores que não pesquisam nada, que adoram um cabidinho de emprego.
 
Paulo José em 22/12/2010 05:12:39
Esta reitora da UFMS teria explicações públicas para os fatos abaixo:
- acadêmicos filhos de pais ricos e são portadores de cartoes do auxílio alimentação;
- qual o destino dado aos recursos recebidos do Gov Federal para o refeitório universitário;
- os projetos 'estranhos' em conjunto com a Fundação Candido Roindon;
- as viagens de funcionários para cidades praiana para fazer CURSOS inexistentes;
- a cobrança de taxa de cadastro paga por acadêmicos ao se cadastras na Biblioteca;

Será ótimo quando o TCU realizar uma auditoria nesta universidade e comprovar o grande baú de irregularidades.
 
Contribuintes em 22/12/2010 03:25:57
Esse professor Cezar, apronta na UFMS desde os tempos de Aquidauana, quando lá ele começou a carreira acadêmica, a professora também não é flor que se cheire. Se a reitora está certa ou não isto deixaremos com a Justiça, mas que os dois merecem e se merecem não tenho dúvida nenhuma. Agora teremos um Natal melhor. Abs.
 
Lucas Lopes em 22/12/2010 03:08:56
Pessoal....
Esta reitora que diríamos "professora" Célia nada mais é do que a cabeça de uma cadeia de favores...
Por que a senhora, ao invés de demitir estes professores que se responsabilizam com o curso, demite aqueles que desviaram mais de 100 mil reais dos cofres públicos, que coloca o nome da mãe (que nem historiadora é) em certificados "mandrakes"
Demite os verdadeiros culpados já!!!!!!!
 
Felipe dos Santos em 22/12/2010 03:01:39
Venho aqui demonstrar minha insatisfação para com o comportamento do site de notícias Campo Grande News (campograndenews.com.br), que de forma insidiosa produz matéria contra ato praticado dentro da lei pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, que demitiu dois servidores acusados de improbidade administrativa.

Não bastasse a reportagem parcial, já que a UFMS não foi ouvida, o título da matéria é totalmente tendencioso, induzindo o leitor a achar que a questão foi fruto de mera pendenga entre professores, mesmo sendo os dois demitidos réus em ação de improbidade promovida pela Advocacia Geral da União.

Aquele site de noticias não só vem barrando manifestações de apoio a UFMS e a sua administração, pela corajosa ação de moralização, na seção comentários, como retirou do ar, na calada da noite, as manifestações que ali existiam.

Então, solicitamos aos senhores chefes de redação da imprensa comprometida com a verdade, que investiguem o caso, pois o professor demitido vangloria-se de seus bons contatos na imprensa local, no meio empresarial e político da cidade.

Desculpem o desabafo! Ainda quero acreditar que em Campo Grande existam JORNALISTAS!


Será encaminhado cópia para:

http://g1.globo.com/
ascom@prms.mpf.gov.br


associação brasileira de imprensa
presidencia@abi.org.br
jornalismo@abi.org.br


TV GLOBO
Jornal Nacional
Jornal Hoje
Jornal da Globo

Folha de São Paulo
leitor@uol.com.br

Estado de São Paulo

Portal Terra
Portal UOL

REVISTAS
Veja: veja@abril.com.br
Época: epoca@edglobo.com.br
 
Gregório Guerra em 22/12/2010 02:39:29
Só está faltando isso agora, nos tres poderes é uma podridão só, agora começa na UFMS, será que nada presta neste Estado?
 
kamél El Kadri em 22/12/2010 02:11:29
Assim como a política estadual, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, atualmente, é uma terra sem leis. Os professores comprometidos com a ciência, que são a maioria, estão submetidos aos caprichos pessoais de BANDIDOS DOUTORADOS E PARTIDARISTAS que dão uma verdadeira aula de corrupção e abuso de poder.
Não nos enganemos que a exoneração destes professores foi um belo ato da “magnífica reitora” de limpeza moral, pois coisas muito piores caem no esquecimento. Lembremos o caso Fundação Candido Rondon e seu desvio milionário feito pela quadrilha dos docentes, que entre outros nomes consagrados contava com o professor do curso de economia Dr. Ido Michel, e o poderoso chefão, Peró (o padrinho da atual reitora).
O primeiro continua na faculdade “trabalhando”, usando a universidade e os pobres alunos para campanhas eleitorais de deputados aliados.
Não temos que ter dó dos vendedores de livros. Nós alunos é quem somos as vitimas da carnificina de interesses políticos que corrói a UFMS.
E quem paga essa conta? Como sempre, nós cidadãos.
 
iDEAlistas em 22/12/2010 01:39:49
Aos que comemoram a grande perda de dois Doutos do Curso de História ou não fazem parte do curso ou estão de olho apenas nos canudos, pois o curso está recheado (graças a Deus) com voluntários que seguram as pontas para nós, e mais esse desfalque considerável não tem como resultar em benefício para o lado mais fraco (nós estudantes), cabe agora a Reitora fazer o seu dever e encontrar para 2011 substitutos a altura das perdas que tivemos, fato que acho difícil acontecer visto a lentidão da burocracia da UFMS.

 
Thiago Eros em 22/12/2010 01:02:13
Diante destes fotos de perseguição, a cada dia a UFMS que é comum para a atual e passada reitoria. Nossa Universidade a cada dia perde seu prestígio. Devemos exonerar a reitora e todos seus aliados.
 
Bruno Dantas em 21/12/2010 10:06:55
Realmente, fui advertida,suspensa e exonerada, bem como o Prof. Cezar Benevides.
Somente hoje tivemos acesso ao processo que gerou a advertência, no qual a Comissão encarregada da apuração dos fatos nomeada pela Reitora nos inocentou, mas fomos punidos. Nos regimes de exceção é assim mesmo. Estou escrevendo um livro sobre o assunto. Trata-se de um estudo comparativo entre a repressão instalada, no Brasil, em 1964 e aquela vigente na UFMS. As biografias dos principais protagonistas são estimulantes, principalmente suas viagens.
No momento estou preocupada com a sobrevivência do Prof. Rubem Ayang de Oliveira, também exonerado.Ele é portador de graves problemas de saúde e vive hoje da caridade de alguns colegas.
Tenho uma carreira consolidada e não aceito a exploração e a extorsão de alunos. Esta é uma das razões desta cadeia de punições. Também não acho justo conceder "licenças psiquiátricas" prolongadas para professores que não ministram aulas, mas participam de bancas examinadoras e congressos. Até hoje a UFMS nada fez sobre o assunto, pois os "doentes imaginários" contam com a proteção da Reitoria.
Em tempo: não é a primeira vez que sou ultrajada, agora ainda que disfarçadamente, em um jornal eletrônico.
Já que não fui ouvida pelo Campo Grande News, solicito a publicação deste"comentário" na íntegra.
 
Profa. Nanci leonzo em 21/12/2010 09:31:33
Enfim, a Universidade - UFMS - parece que agora está tomando NOVOS RUMOS. Se no Brasil inteiro fosse tomada as devidas providências. Não teríamos aumentos abusivos, professores que são tumores universitários. Não teríamos falsos pesquisadores que privilegiam uns e outros em benefícios próprios. Se cuidem professores "horrorosos" incompetentes. Parabéns Magnífica Reitora.
 
Acadêmico da UFMS em 21/12/2010 09:21:14
Vem cá!!! Alguém nessa "brincadeira" tá preocupado com a qualidade do ensino oferecida aos alunos(as) e a formação destes profissionais para atuarem em salas de aulas, "ensinando" os filhos da gente... Por favor... Chamem o síndico...
 
Carlos em 21/12/2010 09:18:32
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