Após tragédia do feminicídio, órgãos de casal são doados
Familiares autorizaram o procedimento na sequência do feminicídio seguido de suicídio

A tragédia que terminou com a morte de Therezinha Nantes de Arruda, de 54 anos, e de Joel Escocio Carvalho, de 59, pode representar uma nova chance de vida para outras pessoas. Em meio ao luto, os familiares autorizaram a doação dos órgãos do casal.
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Familiares do casal Therezinha Nantes de Arruda, de 54 anos, e Joel Escocio Carvalho, de 59, autorizaram a doação de órgãos após o feminicídio seguido de suicídio ocorrido na última segunda-feira, em Campo Grande. O caso, investigado pela Deam, elevou para 16 o número de vítimas de feminicídio em Mato Grosso do Sul em 2026. Therezinha deixou dois filhos, uma neta e os pais idosos.
A decisão foi tomada após o feminicídio seguido de suicídio registrado na última segunda-feira (27), na Travessa Ômega, em Campo Grande. Os filhos do casal, profundamente abalados, preferiram não se manifestar publicamente.
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Therezinha foi morta a facadas dentro da casa onde viveu por décadas com Joel. Em seguida, ele tirou a própria vida.

Na terça-feira (28), familiares e amigos se despediram de Therezinha durante o velório realizado no Cemitério Parque das Primaveras. A vítima deixou dois filhos, uma neta e os pais, já idosos. Pessoas próximas lembraram dela como uma mulher tranquila e disseram que jamais imaginaram um desfecho como esse.
O caso é investigado pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher). Com a morte de Therezinha, Mato Grosso do Sul chegou a 16 vítimas de feminicídio registradas em 2026.
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