Desconforto provocado pelas manchetes não justifica direito de resposta
Três a zero - O deputado federal e candidato à reeleição Marcos Pollon teve rejeitados três pedidos de direito de resposta contra os portais de notícias do Estado. As ações questionavam reportagens que relacionaram uma emenda de R$ 1 milhão destinada pelo parlamentar à entidade envolvida na investigação do filme “Dark Horse”.
Informação mantida - Nas três decisões, o desembargador Luiz Tadeu Barbosa Silva, do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), entendeu que as matérias apresentaram informações verdadeiras, contextualizaram os fatos e não atribuíram a Pollon participação em eventual desvio. Para o relator, o desconforto provocado pelas manchetes não justifica direito de resposta, alteração dos títulos ou retirada das reportagens.
Tarde da noite - A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), contou que quem faz parte do primeiro escalão municipal precisa entrar no seu ritmo de trabalho. Com os estragos da tempestade que atingiu a Capital, a progressista revelou que manda mensagem para os secretário em qualquer hora. A situação gerou um alerta do marido, o deputado estadual Lídio Lopes (Avante).
Ciúmes - "O Lívio esses dias falou pra eu parar de mandar mensagem às 23h, meia-noite, uma hora da manhã: 'a mulher dele vai ficar brava'", contou a prefeita em referencia ao titular da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos de Campo Grande), André de Moura Brandão.
24h de olho - Adriane explicou que relata ao secretário todos os problemas que encontra. "Eu vou andando pela cidade e vou mandado o posicionamento é lâmpada queimada, é poste torno, buraco, é falta de meio fio", exemplificou. Sobre a possibilidade de atrapalhar a rotina do secretário, a prefeita não se preocupa. "Eu falei, ela [esposa do secretário] sabe quem tá mandando e sabe que é trabalho e que a gente está incansavelmente lutando pela nossa cidade", completou.
Subiu de posto - Rodolfo Carlos Ribeiro Daltro é o novo delegado titular da Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo). Ele já trabalhava na unidade como delegado adjunto e assumiu o comando com efeito retroativo a 1º de setembro. As portarias foram republicadas nesta sexta-feira (18) após correção do texto original.
Concurso na mira - O Ministério Público recomendou à Prefeitura de Coronel Sapucaia que avalie a realização de concurso público para médicos e dentistas da rede municipal. A cobrança veio depois que o CSMP (Conselho Superior do Ministério Público) rejeitou o arquivamento de inquérito aberto para apurar a falta de estabilidade dos profissionais. Segundo o procedimento, o município ainda não apresentou cronograma definido nem medidas concretas para um novo certame.
Prazo correndo - A prefeitura terá 60 dias para levantar quantos médicos e dentistas estão trabalhando, onde estão lotados, carga horária, tipo de vínculo e quantidade de cargos efetivos ocupados e vagos. Se o diagnóstico apontar necessidade permanente de servidores, o município deverá elaborar, dentro do mesmo prazo, um plano de regularização, incluindo impacto financeiro, eventuais mudanças na legislação e cronograma até a previsão de publicação do edital.
Raio-X da saúde - A Prefeitura de Coronel Sapucaia entrou na mira do Ministério Público por causa da composição das equipes de saúde. O órgão recomendou à prefeita e ao secretário municipal de Saúde que façam, em até 60 dias, um levantamento sobre a necessidade de médicos e dentistas na rede pública.
Muitas perguntas - O diagnóstico deverá mostrar quantos profissionais estão trabalhando, onde estão lotados, carga horária, tipo de vínculo e número de cargos efetivos ocupados e vagos. O MP também quer que o município diferencie quais serviços exigem profissionais permanentes e quais podem ser atendidos por contratações temporárias.

