Câmera flagra sete disparos e fuga de assassinos após execução de rapaz
Nas imagens, é possível ver os três suspeitos saindo da residência onde Kauã Phelipe foi morto
RESUMO
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Câmeras de segurança registraram a fuga de três suspeitos após a execução de Kauã Phelipe Florêncio de Almeida, 21 anos, morto a tiros na noite de domingo (6) em Campo Grande. A vítima foi atingida por seis disparos no tórax. A Polícia Civil investiga se o crime está relacionado a um homicídio do qual Kauã era acusado ou a um atentado sofrido por ele em outubro de 2025. Nenhum suspeito foi preso.
Um vídeo de câmera de segurança, obtido pela reportagem, mostra o momento exato da fuga dos autores da execução de Kauã Phelipe Florêncio de Almeida, de 21 anos. O crime ocorreu na noite deste domingo (6), em uma residência na Rua Madre de Deus, no Bairro Taquarussu, em Campo Grande.
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No vídeo é possível perceber a movimentação na rua silenciosa. Em dado momento, um dos autores é visto entrando. Em seguida, os disparos começam. Ao todo são sete estampidos.
Logo em seguida, a imagem mostra três indivíduos saindo apressadamente de dentro do imóvel pelo portão da frente.
As imagens corroboram as informações registradas no boletim de ocorrência que apontavam para a participação de ao menos três pessoas na ação. Testemunhas relataram que dois dos homens invadiram a casa enquanto um terceiro aguardava do lado de fora, possivelmente em um veículo para dar fuga.
Caso - Kauã Phelipe foi atingido por cerca de seis tiros, a maioria na região do tórax, e morreu antes da chegada do socorro médico. No local, a perícia da Polícia Civil recolheu cápsulas deflagradas. O celular da vítima foi apreendido para auxiliar nas investigações.
O jovem já havia sobrevivido a um atentado em outubro de 2025, no Bairro Portal Caiobá, quando foi baleado por dois homens em uma motocicleta.
Além disso, Kauã era denunciado pelo Ministério Público por participação em um homicídio qualificado. Ele era acusado de envolvimento na morte de Vandermárcio de Souza Bispo, que foi atropelado e arrastado por um carro após uma briga em uma conveniência, também no ano passado.
A Polícia Civil investiga se a execução tem relação com o homicídio do qual Kauã era acusado ou com o atentado anterior. Até o fechamento desta matéria, nenhum suspeito havia sido preso.
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