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Capital

Campanha em supermercado contra IST realizou 816 testes

Dez pessoas foram reagentes para sífilis e uma para HIV; atendimento aconteceu até às 13h

Por Natália Olliver | 13/04/2024 15:42
Gislaine Rezende Nates fez o teste contra IST neste sábado (Foto: Fernanda Palheta)
Gislaine Rezende Nates fez o teste contra IST neste sábado (Foto: Fernanda Palheta)

Em cinco horas, a campanha de conscientização contra IST (Infecções Sexualmente Transmissíveis) realizou 813 testes no supermercado Assaí Atacadista, localizado na Avenida Cônsul Assaf Trad, na Mata do Jacinto, em Campo Grande. A ação aconteceu neste sábado (13), das 8h às 13h. Dez delas foram reagentes para sífilis e uma para HIV.

Conforme a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), a infecção bacteriana [sífilis], causada, geralmente, pelo contato sexual, é a doença que mais aparece nos resultados, mas casos de HIV também são comuns. Ela acrescenta que muitas dessas pessoas vivem sem saber que possuem a doença.

A ação é uma parceria da Sesau (Secretaria Municipal De Saúde), Rotary Clube e a rede de atacarejo. Esta foi a segunda etapa da campanha. A primeira aconteceu no dia 9 de março. O grupo pretende realizar uma nova ação no mês de setembro.

O dia começou com receio de muitos em fazer a testagem, entretanto, a prevenção venceu o medo em descobrir as patologias. No local, além dos testes para Sífilis e HIV,  também foram feitas verificações da existência do vírus da hepatite.

Quem viveu na pele  a doença não abre mão de fazer o teste. Gislaine Rezende Nates,  de 41 anos, teve hepatite há 20 anos. Ela estava passando com o filho quando viu a açã e reconheceu a enfermeira que estava aplicando os testes. As amigas não se viam há muito tempo e aproveitaram para matar a saudade. Para ela, foi mais uma oportunidade de conferir se a saúde anda bem.

“É importante porque a gente nunca sabe quando podemos estar doente, e hepatite é uma doença que pega em qualquer lugar. Já tive, não sei qual, mas acho que A e foi seis meses depois de ter dengue, foi grave atacou o meu fígado e fiquei 20 dias internada”, conta.

Desde que teve a doença, a agente comunitária realiza o teste de maneira periódica. “Pra ver se está tudo bem, pelo menos uma vez ao ano. ou o rápido ou o de sangue. Como vivi na pele entendo a prevenção e estou sempre alerta”.

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