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Capital

Com estoque de tamiflu no limite, Capital segue critérios para liberar medicação

Explosão de casos de doenças respiratórias consome estoque do remédio de seis meses em apenas 30 dias

Por Gabriela Couto | 26/01/2022 09:48
Caixa e comprimidos de tamiflu. (Foto: Assis Cavalcante)
Caixa e comprimidos de tamiflu. (Foto: Assis Cavalcante)

Desde dezembro do ano passado, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) tem sofrido o impacto do aumento de pacientes com doenças respiratórias e que necessitam do tamiflu. O remédio antiviral que impede a multiplicação e bloqueia as ações dos vírus gripais, como a H3N2, teve o estoque de seis meses utilizado em apenas 30 dias. Desta forma, o estoque do medicamento está limitado.

A pasta informou que o tamiflu não é fornecido de maneira indiscriminada nas unidades de saúde. Um documento encaminhado para todos os servidores da Sesau ressalta as regras que dão prioridade para a distribuição do remédio, conforme as especificações do paciente.

Na nota técnica, além de ressaltar a indicação de medicamentos sintomáticos e a hidratação, a orientação é disponibilizar o tamiflu para o paciente com condições e fatores de risco para complicações.

Desta forma, o remédio é garantido com prioridade para grávidas e puérperas, idosos, crianças com menos de 5 anos, indígenas aldeados ou com dificuldade de acesso ao atendimento, menores de 19 anos que façam uso prolongado de ácido acetilsalicílico e pacientes com comorbidades.

A Sesau afirmou que a situação crítica no estoque da medicação não é um caso isolado de Campo Grande, mas que ocorre em todo o País. A pasta está em processo de compra do remédio e também aguarda o envio de novos lotes de tamiflu do Ministério da Saúde.

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