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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

02/02/2014 15:52

Com tiro na sexta e droga no sábado, festas viram tormento no Carandá

Ângela Kempfer
Sacos com parte do lixo recolhido depois da festa.Sacos com parte do lixo recolhido depois da festa.

Por muito tempo, um lugar chamado Chácara Carandá atormentou moradores do bairro Carandá Bosque. As festas por lá diminuíram, mas agora a moda de alugar imóveis residenciais para esse tipo de evento tira o sossego de outra região, no mesmo bairro.

Na madrugada de ontem, moradores da rua Peixe Vivo dizem ter acordado por volta das 4h com barulho de tiros. “Isso quem dormiu. Eu, por exemplo, não preguei o olho até às 5 horas da manhã, porque o som do funk era alto demais”, conta uma das vizinhas, que pediu para não ter o nome divulgado. “Não sei quem organiza, mas é gente estranha. Tenho medo de que façam algo contra a gente”, justifica.

Não há registro na Polícia Civil de ferimento provocado por tiro no bairro Carandá, mas uma das moradoras lembra que a suposta vitima não foi atendida pelo Samu ou pelos bombeiros. “O socorro não conseguiu passar, porque a rua estava fechada por carros. Acho que alguém da festa mesmo socorreu o rapaz. Imagens de câmeras de segurança mostram o barulho do tiro e muita gente saindo de lá na hora”, argumenta.

A conversa no bairro é que um outro jovem também saiu da casa ferido, com a mão sangrando muito, fugindo de outro grupo armado com garrafas quebradas. “Ele chegou a pedir ajuda em uma casa, para fugir”, diz outro morador

A “bagunça”, como os vizinhos classificam, começou por volta das 21h, com pouca gente. A versão é confirmada por 4 pessoas, de famílias diferentes. “Quando a gente viu, ganhou proporções absurdas. Eram umas 200 pessoas. Foi tanta bebida que meu marido recolheu dois sacos de lixo de garrafas de vodka e energético só na frente de casa”, relato outra moradora da região.

A rua é estreita, o que complicou ainda mais a noite para quem vive ali, comenta. “Não tinha como passar com o carro, tamanho era o tumulto. Tinha muita gente andando pela rua também, bêbada”.

Depois da madrugada tumultuada, na noite de ontem os vizinhos se precaveram. Antes da festa ficar animada, ligaram para a Polícia Militar reclamando. A PM foi até o local e encontrou uma pequena porção de maconha, o suficiente para acabar com a balada.

Segundo Boletim de Ocorrência, 3 pessoas foram detidas, o responsável pela festa de sábado,  jovem de 21 anos, uma mulher com a mesma idade e um adolescente. Os três foram liberados depois do registro da ocorrência e vão responder por portar drogas para consumo pessoal

O organizador apresentou aos policiais um contrato de locação do imóvel e disse que é normal utilizar a casa para esse fim. As baladas costumam durar 8 horas, com entrada a R$ 15,00.

Apesar da PM frustrar os planos de sábado, neste domingo, novamente, a casa voltou a ser ocupada. “Desde cedo estão com a música altíssima aqui. Dizem que é festa de criança, mas a gente sente cheiro de maconha. As pessoas têm de perceber que aqui, em uma rua residencial, não dá para fazer esse tipo de bagunça”, protesta uma das moradoras.

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Fala-se muito cadê a Polícia, mas daí eu pergunto, cadê a pessoa que vai representar a denúncia, cadê a lei que ampara o policial de coibir tais festas e bagunças entrando la e desligando o som e detendo os responsáveis, "violando um domicílio e abusando do poder". Devemos entender mais sobre o que estamos falando, para não dizer asneiras, e outra coisa, a sociedade é a primeira a condenar as atitudes da polícia, sem querer se por no lugar deles.
 
Aparecido Vieira em 03/02/2014 21:18:33
Aluguel de casas para festas, na qual se cobra para entrar, dançar Funk, consumir bebida alcoólica e usar droga está virando moda. Além, do grande prejuízo moral, existe o material proveniente das brigas e tiroteios nos finais do evento. A policia militar deve ser acionada através do número 190, e quase sempre não vem. A providência realmente eficaz é fazer Boletim de Ocorrência (BO) na DEOPS, que imediatamente responsabilizara os autores do delito de perturbação da ordem. Podem acreditar BO no DEOPS funciona.
 
Neido Castilho Júnior em 03/02/2014 19:15:23
Érika......falando em Deus, você tem ido à missa ????? cada um quer cuidar de sua vida fia....triste é que tem um monte de sem educação que não deixa.
 
Sonia Pavão em 03/02/2014 14:10:53
Primeiro que em área residencial não poderia ocorrer locação para este tipo de festa, ainda mais visando lucro. Segundo que pelo relatado na reportagem, era muito mais do que uma festa ingênua. Terceiro, que não é cuidar da vida alheia e sim, prezar pela própria vida. A sociedade está perdendo seus valores e se, as pessoas que ainda os possuem não se valorizarem e prezarem pela boa convivência, a tendência é o caos. Agora, realmente, cadê a polícia, o CRECI, e todas as entidades que deveriam estar envolvidas?
 
Amadeu Silva em 03/02/2014 14:08:36
vizinhos fofoqueiros.. acho q Deus deu a vida para cada um cuidar da sua.
 
erika reis em 03/02/2014 12:38:27
Me causa extrema revolta quando vejo esse tipo de notícia. Aqui na minha rua que fica no residencial Ana Maria do Couto é a mesma história. Um vizinho abre a casa dele para festas sempre com som altíssimo, bebida e não duvido nada, consumo de drogas. As festas iniciam cedo, umas 19h e só terminam na manhã do dia seguinte. Porém, já tiveram situações em que as festas perduravam por mais de 3 dias. Também tenho forte suspeita que esses "convidados" praticam sexo no meio da rua, pois já encontrei preservativos usados jogados pela calçada. No entanto, me desanima ver o descaso da PM e pior ainda, quando li aqui no Campo Grande News a respeito desse mesmo tipo de festa, porém promovido por magistrados e servidores da Justiça Trabalhista e claro sem a devida punição!
 
Paula Marques em 03/02/2014 10:18:36
Além disso o novo point no Posto da Mato Grosso , em frente ao Hospital da Unimed, está bombando. O som alto não respeita o Hospital e nem a área residencial no entorno, juntam os carros com o som no máximo, as disputas de ronco de motor, além dos pegas durante as madrugadas de quinta, sexta e sábado.Ficam bebendo até de manhã.
Onde está o policiamento para o respeito a lei do silencio e a de não dirigir bêbado ????
 
Maria Santos em 03/02/2014 10:09:31
Sinceramente..."a coisa está feia"...o funk domina nessas "festinhas" - maior algazarra...bebedeiras, drogas...a falta de respeito ao próximo? Caiu no esquecimento!!
 
Jeanne Couto em 03/02/2014 09:08:36
Se com a PM está ruim, imagina sem ela?????? Gostaria de saber o que será de nós, quando os DIREITOS forem maiores que os deveres (respeito ao sossego do próximo por exemplo), estamos fadados ao caos. Que Deus nos ajude.
 
Elimara dos Santos em 03/02/2014 09:06:35
Tem que entrar com reclamação na policia contra o dono da casa que aluga.
 
MAXIMILIANO NAHAS em 03/02/2014 08:34:39
Isso é um tormento, o responsável pela casa também deveria ser indiciado, a final quem esta lucrando na ponta disso?
É uma vergonha esse pessoal não tem personalidade nenhuma, dizem que esse tal de funk é cultura, só se for para os moradores do Rio de Janeiro.
Mesmo assim não há cultura alguma.
E esse consumo descabido de bebida? Pra que isso? Isso é fraqueza, muitos negam mas está na origem do brasileiro.
 
GIlson Gomes em 03/02/2014 06:08:51
A CIDADE ESTA ABANDONADA , SEM SEGURANÇA COMO QUERIA O POVÃO BOBÃO QUE VOTOU NO BERNAL, QUERIAM MUDANÇA TOMA AI POVÃO!!!!!!
 
ely monteiro em 03/02/2014 06:07:43
Infelizmente, isso se tornou uma constante em Campo Grande .
 
Marcelo Campos em 03/02/2014 03:08:28
É isso aí. Funk, drogas, pertubação da ordem... E a polícia ? Cadê ? A gente chama e nunca aparecem. Será preciso que morra alguém para tomarem providências ? Isso me cheira coisa do tráfico, que agora também tem sede em CG graças ao estúpido presídio de segurança máxima. Quando um marginal vem parar aqui, atrás vem a família, os comparsas e "advogado". Ou acabamos com o crime ou ele ceifará nossas famílias.
Fizeram campanha para desarmar o Brasil, mas a polícia não dá conta e os marginais estão armados até os dentes. E aí ? Alguém vai tomar uma atitude ? Façam suas apostas.
 
Murilo Guen em 03/02/2014 00:35:12
Moro perto. Ja liguei o 190 eu mesmo ja algumas vezes, mas geralmente, NADA acontece. Nem aparece viatura. Seria bom se a partir de ontem a policia vai fazer o que fizeram la na Estrela Dalva: invadir o local e levar todos para delegacia. E dar um tiro no aparelho de som. Ta na hora, ainda mais porque o bairro é residencial e tem criança em casa. Absurdo. Se quem aluga a casa permite este tipo de coisa, ta na hora de entrar com ação judicial por danos morais.
 
Marcos da Silva em 03/02/2014 00:29:31
outro local do Carandá Bosque que é assustador é aquele posto de gasolina situado na AV. Mato Grosso (entrada do Carandá e em frente ao HOSPITAL UNIMED). Os mocinhos e mocinhas que por lá circulam abusam da bebida alcoólica, do alto som e outras cositas mais. Há alguns dias atrás, passei das 00:30 horas até as 06:00 da manhã acompanhando minha filha em atendimento no Hospital e fiquei assustado. Dizem que até algumas voltas de carro com o som em último volume já foram feitas NO ESTACIONAMENTO DO HOSPITAL(PASMEM PELA AUDÁCIA).
 
jose luiz em 02/02/2014 23:01:36
Comandante DAVI que tal fechar com chave de ouro seu comando! Deflaga uma operação silencio durante 4 finais de semana, somente para coibir estes abusos contra a lei do Silencio e nós moradores vamos aplaudi-lo. Por favor! faça isso.
 
EDINALDO VIANA em 02/02/2014 19:59:18
Saudades do tempo que a polícia podia chegar e arrancar o som da festa, encostar todo mundo na parede e enquadrar. Hoje tudo é direitos humanos, tudo é direito de ir e vir. As pessoas só sabem exigir direitos, mas não exercem seus deveres. Hoje os direitos humanos ficou contra o trabalho da polícia, porque acha que tudo é abuso de autoridade. Saudades do tempo que os pais jamais aceitariam buscar filho em delegacia, hoje além de ir buscar, chegam com advogados, e dizendo que os filhinhos são boas pessoas, só estavam se divertindo e eles pagam por qualquer estrago dos filhos.
 
rafael santos em 02/02/2014 19:38:15
ABSURDO, Mas porque deixaram que se prorrogasse ???POLICIA TRABALHA 24 h.
 
janice paiva em 02/02/2014 18:32:49
O susto na madrugada foi grande, sem poder sair da propria residencia as garagens fechada de carros, os gritos jovens correndo outros urinando por todo lugar até uma moça de roupa preta veio abaixar as calças bem enfrente minha casa, situação que nunca passamos antes.Sou moradora a mais de dez anos e vivemos em plena harmonia e sossego,,bons vizinhos, onde nos mesmo procuramos proteger um aos outros, E agora quem vai tomar alguma atitude para não acontecer mais?
 
veronica pinheiro rodrigues em 02/02/2014 18:11:21
Ninguem percebeu ainda que esse é um negócio que dá a maior grana. A 15 reais por pessoa, bebida vendida, sem qualquer outra despesa (segurança, alvarás, licenças, direitos autorais, etc) os caras faturam alto, fazendo concorrencia desleal com as casas noturnas estabelecidas. Se ninguem agir, vira moda e fica fora de controle logo logo
 
suely guedes em 02/02/2014 17:40:25
taí um caso para o Creci e para o Secovi. Afinal as imobiliarias podem alugar imoveis residenciais para fins que nao sejam o de moradia? Quem cuida dessa atividade também tem que se mexer, se não vira moda pela cidade.
 
carlos alberto simões em 02/02/2014 17:30:27
E lamentável que a policia militar não consegue coibir essas festas exigindo alvará de funcionamento. Será que os PM,s, não estão preparados para esse tipo de ocorrências, ou e falta de empenho mesmo.
 
Samuel Martins Alonso em 02/02/2014 16:54:30
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