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Capital

Comissão vai mapear vias com necessidade urgente de recapeamento

Posteriormente, prefeitura vai atrás de recursos para execução das obras

Por Mayara Bueno | 18/12/2017 11:23
Reunião no MPMS nesta segunda-feira. (Foto: Mayara Bueno).
Reunião no MPMS nesta segunda-feira. (Foto: Mayara Bueno).

Uma comissão formada pela prefeitura de Campo Grande, órgãos de controle e fiscalização, fará um estudo para apontar as vias da cidade que mais necessitam passar por recapeamento.

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) foi ao MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) nesta segunda-feira (18) para formalizar o acordo com a 29º Promotoria de Justiça.

Conforme o chefe do Executivo, foram chamados a UFMS (Universidade Federal de MS), Crea, TCE (Tribunal de Contas Estadual). A Universidade, por exemplo, vai ajudar por meio do curso de Engenharia, que vai dar apoio técnico e informações científicas sobre as intervenções nas vias, de acordo com o chefe de gabinete, Aurélio Briltes.

Serão feitos levantamentos sobre a qualidade viária e estudos de viabilidade. A ideia é que em 5 de março de 2018 o grupo se reúna novamente no MP já com o planejamento sobre ruas e avenidas que precisam de recapeamento.

"Serão apontadas as mais urgentes. Eles vão elencar e dentro disso vamos ver economicamente e administrativamente o que podemos fazer".

Ainda de acordo com o prefeito, os órgãos de controle e fiscalização também foram chamados para acompanhar a execução do serviço de tapa-buraco. O serviço, questionado pela população, é alvo de ações na Justiça, no que se refere às empresas que executaram o reparo em gestões anteriores.

Tapa-buraco - Independentemente do recapeamento, a prefeitura afirma a manutenção do tapa-buraco. "Precisamos tapar imediatamente", disse o chefe do Executivo municipal, que reafirmou a retomada do serviço - com o novo contrato - a partir de quinta-feira (21), quando a promessa é ter 40 equipes para reparar os danos.

Sem contrato vigente, a prefeitura trabalha com equipe própria para arrumar os buracos. A intenção com o acordo com o Ministério Público é fazer com que o município não fique todos os anos trabalhando apenas para fechar os estragos no asfalto.

"Essas falhas anteriores é que temos de bloquear, para no futuro não ficar gastando apenas com tapa buraco".

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