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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Outubro de 2019

24/12/2012 18:50

Compras na véspera do Natal movimentam shoppings e o centro

Nyelder Rodrigues e Adriel Mattos
Estacionamento do Shopping Campo Grande ficou lotado nesta segunda-feira (Foto: João Garrigó)Estacionamento do Shopping Campo Grande ficou lotado nesta segunda-feira (Foto: João Garrigó)

Em 2012 a maioria dos campo-grandenses se antecipou e fez as compras de presentes e da ceia natalina evitando a correria típica do dia 24.

Entretanto, vários ainda deixaram para a última hora, seja por falta de tempo, ou por comodidade, e encheram os shoppings e centro da Capital. Outro ponto em comum entre eles é a opção por uma ceia simples, sem peru, alimento símbolo da ceia de Natal.

Uma delas é Marlene Pereira dos Santos, de 50 anos, que recém chegou à Campo Grande, vindo da cidade de Araçatuba, no oeste do interior paulista.

Ela veio com o marido e os dois filhos, e estava morando em um hotel. Hoje, ela vai “inaugurar” a casa que comprou na Capital fazendo a ceia. “Como não tenho família aqui, a ceia será só com meus filhos e marido”, conta.

Já Zilda Batista Gonçalves, de 73 anos, que trabalha como secretária, foi às compras logo após sair do trabalho. Ela explica que não se antecipou por falta de tempo, e só agora pôde ir às compras para a ceia, que vai reunir toda a família, e será preparada aos poucos, sem pressa.

Enquanto isso, a bancária Gisela Crespo, de 37 anos, estava de férias e só foi às compras hoje, junto ao marido Ralf Crespo, 36 anos, e Pedro Crespo, de 6. “Não comprei antes por comodidade. Vim correndo para comprar tudo porque minha família vai estar em casa”.

O casal de namorados Aline Gomes Navarro, 20 anos, e João Miguel dos Santos Gonçalves, de 19, também tiveram que fazer as compras de última hora, já que não houve tempo antes. A ceia será com a família de Aline. “Será tudo simples. Agora temos que correr para preparar”, comenta Aline.

Além dos ingredientes para a ceia, também há quem foi às ruas para comprar presentes. Um exemplo disso é a copeira Taís Rondon, de 38 anos, que estava trabalhando e já tinha comprados presentes, mas teve que voltar às lojas para comprar outros presentes.

Outro que foi às compras na última hora foi Ronei Braga, de 47 anos. Ele é artesão, e diz que sempre compra atrasado. Dessa vez, ele comprava brinquedos para as crianças. Já Ivan Martins Galvão, 28 anos, é vendedor, e também sempre deixa para a última hora. “Alguns lugares estão cheios, mas o preço compensa pelo desconto”.

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