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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

27/01/2012 23:03

Crea visita obras danificadas pela força da chuva de quinta-feira

Elverson Cardozo e Paula Maciulevicius

Objetivo é detectar de que maneira o conselho poderá ajudar na recuperação dos estragos em Campo Grande

Barragem do córrego Sóter não suportou volume de água e rompeu. (Foto: João Garrigó)Barragem do córrego Sóter não suportou volume de água e rompeu. (Foto: João Garrigó)

Acompanhado de um engenheiro civil, o presidente do Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) de Mato Grosso do Sul, Jary Castro, visitou nesta sexta-feira (27) as obras que foram danificadas pela força da chuva de ontem (26). O objetivo é detectar em que aspectos o Conselho pode ajudar na recuperação dos estragos.

Sobre o rompimento da quarta barragem no córrego Sóter - que provou alagamento nas avenidas Via Parque e Afonso Pena - Jary afirmou que só com uma perícia será possível entender porque o obstáculo não suportou a chuva, mas, ao que tudo indica, a água não passou por cima do concreto.

Durante entrevista ao Campo Grande News, ele lembrou dos transtornos provocados pela chuva no ano passado, na avenida Ceará. Na época, relatou, o conselho elaborou uma carta elencando vários itens que poderiam ter provocado a cratera na via.

“A chuva é igual. Já tinha passado por uma situação como essa. Não poderia se repetir”, disse, acrescentando que é preciso achar uma solução para o problema.

Desta vez, uma das possíveis causas apontadas por Jary é o assoreamento e a falta de parceria da população que, em sua opinião, deve ajudar na limpeza urbana. Além disso, o presidente do Crea diz ser necessário uma auditoria para ouvir outros pareceres com relação ao atual plano de drenagem em Campo Grande.

“É preciso fazer um estudo do plano que está sendo seguido atualmente”, pontuou. O Crea, completou, vai “conversar” com quem é de direito para pedir a representação do plano e ver como pode ajudar.

“Existem preocupações e as leis precisam ser mais rígidas quanto à área para drenagem e locais de reservatório”, finalizou.

A respeito do “concreto fresco”, um dos motivos apontados como causa do rompimento da barragem, o engenheiro civil que acompanhou Jary durante a visita, Jorge Gonda, afirmou ser “estranho” atribuir o problema a esta suposição.

“Deve ter abalado a parte de baixo”, disse. De acordo com o Gonda, o que chamou a atenção foi a cor do concreto. Na parte onde foi rompido, há uma coloração amarelada, diferente do resto da barragem.

Para o engenheiro é necessária uma avaliação “global” do problema, e não apenas local. “Pode ser um represamento mais embaixo”, supôs. Quanto à causa, afirmou, há vários fatores: Execução, a própria chuva ou o projeto.



A sociedade sempre fica sem ter a quem recorrer. Se o CREA nao tem atribuição para fazer nada, pelo menos pode dar alguma informação de engenharia para o povo que sempre se passa por otario, pagando a conta do governo.
 
João Eduardo Lima em 28/01/2012 12:19:02
Agora esse povo vem querer aparecer, o CREA não tem atribuição para fazer absolutamente nada, isso é caso de polícia, pois é o dinheiro público que esta escoando junto com a água.
 
joao renato em 28/01/2012 11:52:48
Material de 2º, falta de profissionais qualificados e muito dinheiro publico envolvido na obra mal feita e executada, basta ver a espessura dos asfaltos feitos na cidade que não duram 6 meses e estão todos esburacados, bando de urubus e sangues sugas do nosso dinheiro, por favor tomem vergonha na cara!!!! Aaa população!!! O IPTU tá ai para ser pago lembre-se na próxima vez em quem votar.
 
Paulo Sérgio em 28/01/2012 11:36:02
DESDE O ANO DE 2005 VENHO ALERTANDO O CREA SOBRE OS PROBLEMAS QUE A TRANSFERENCIA DA ENCHENTE TRARIAM PARA A CIDADE. MAS O CREA SIMPLESMENTE ME RESPONDEU QUE ELES APENAS FISCALIZAÇÃO A EXISTENCIA DE ART.
PORTANTO A OPINIÃO DO PRESIDENTE DO CREA OU DE SEU ASSESSOR APENAS SÃO PROPAGANDA POLITICA. PAGAMOS CARO POR UM ORGÃO INCAPAZ E SEM ATRIBUIÇÃO DE FISCALIZAÇÃO. PORTANTO NÃO SÃO QUALIFICADOS.
 
HELENA CISOTTO SARTORI em 28/01/2012 11:34:33
Carlos disse tudo..., ali placas se soltam e chacoalham com o movimento da água forte que ignorou barragens anteriores.
 
geraldo cançado em 28/01/2012 10:32:12
Barragens de contenção, é barragem, nada de placas de pre moldado, finas, melhor dizendo.... acho quem fez os cálculos de engenharia, não conhece barragens, é a mesma coisa de palitos de picolé, barrar um leito de um rio. É bonito para inaugurar, ganhar dinheiro, nada funcional, tem pagar de novo, ou melhor o povo tem que pagar de novo, vão recapear a barragem " igual a Afonso Pena",
 
Carlos Rodrigues em 28/01/2012 09:34:10
O problema é um só, falta de competência em gerir. Não sou engenheiro, mas só olhando as fotos já se verifica que a obra alí realizada era um paliativo, com a mesma qualidade das outras que a chuva levou.
 
ValterAntunes de Oliveira em 28/01/2012 09:20:23
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