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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

20/09/2012 12:01

Defesa vai alegar insanidade de homem que matou professora com 11 facadas

Viviane Oliveira e Ana Paula Carvalho
Durante reconstituição do crime feita no última dia 13, Evandro mostra com detalhes de como matou a professora. Durante reconstituição do crime feita no última dia 13, Evandro mostra com detalhes de como matou a professora.

A estratégia da defesa de Evandro José Barbosa Fernandes, de 34 anos, que matou no dia 22 de agosto com 11 facadas a professora Zilca Fernandes Marques, de 46 anos, entrou com pedido de insanidade mental.

De acordo com o advogado dele, Marcos Ivan Silva, Evandro é doente e isso não foi levado em consideração pela Polícia. A defesa também entrou com pedido de não recebimento da denúncia por parte do juiz.

“Já solicitei o exame de insanidade mental porque ele está doente. Evandro precisa com urgência ser internado para tratamento médico”, afirma, acrescentando que seu cliente é inimputável - ou seja, não podem ser responsabilizado pelo crime.

Assassino confesso da professora, Evandro disse à Polícia Civil que matou a esposa sob efeito de pasta base de cocaína.

O crime aconteceu em uma chácara na região do Parque dos Poderes na residência do casal, em Campo Grande. Durante a reconstituição feita no último dia 13, Evandro contou detalhes a maneira como matou a professora.

Durante a simulação, ele contou que após o crime permaneceu na casa por algumas horas, tomou banho e foi a região central consumir mais droga. Ele retornou para a residência e ficou lá até duas horas do dia seguinte, quando resolveu procurar a família para pedir ajuda.

O advogado de defesa do assassino, Marcos Ivan, alega que seu cliente não tinha consciência de que estava matando a vítima, já que estava sob efeito de droga.

O delegado responsável pelo caso da 3ª delegacia, Márcio Custódio, rebate essa tese destacando que Evandro apresentou com riqueza de detalhes a forma como matou a professora.



Se o uso de entorpecente fosse passe livre para cometer homidícios a população estaria em extinção. Pobre a alegação da defesa, pois se ele alega que o indivíduo não tinha noçaõ do que ele estava fazendo, ele assumiu o risco ao consumir tal produto. Bem disse o Delegado, o autor mostrou com riqueza de detalhes como se deu o fato, desta forma ele estava lucido e conciente na hora do crime!!!
 
FRANCISCO LIMA em 21/09/2012 09:54:55
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