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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

28/03/2015 12:00

Do total de obras paradas na Capital, quinze nem sequer começaram

Kleber Clajus
Terreno no bairro Oscar Salazar ainda aguarda construção de centro de educação infantil (Foto: Divulgação)Terreno no bairro Oscar Salazar ainda aguarda construção de centro de educação infantil (Foto: Divulgação)

Balanço de obras da Seintrha (Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação) atesta existência de quinze obras com recurso previsto, porém sequer iniciadas em Campo Grande. Na lista, orçada em R$ 24,6 milhões, estão incluídos Ceinfs (Centros de Educação Infantil), centro de esportes, urbanização de bairros e reforma de postos de saúde.

Com recurso do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), sete centros de educação sequer tem a fundação iniciada na Capital. Eles deveriam estar sendo construídos nos bairros Portal Panamá, Oscar Salazar, Jardim Seminário, Bosque Santa Mônica, Nelson Trad, Aquarius e Nova Lima. Cada unidade possui investimento previsto de R$1.736.804,34.

Na área do esporte, a prefeitura aguarda trâmite técnico na Caixa Econômica Federal para liberação de R$5.991.730,38. O recurso será destinado a construção de Centro Esportivo no Parque Ayrton Senna, no Aero Rancho, com espaço dedicado a prática de atletismo. A obra foi anunciada, no ano passado, pelo prefeito Gilmar Olarte (PP).

Já dentre projetos prioritários de investimento também aguarda aval do banco estatal proposta de R$ 5.078.942,99 para infraestrutura e urbanização no Parque Taquaral e Arco Íris.

Ampliação e reforma – A lista de obras ainda prevê ampliação do Museu Histórico e Filosófico, no Bairro Carlota, com recurso federal de R$ 545.478,95.

Quanto a saúde, investimento de R$ 908.956,59 na reforma de sete unidades se divide entre o caixa da prefeitura e repasse do Ministério da Saúde. Na lista estão as UBSs (Unidade Básica de Saúde) Guanandy e Santa Carmélia, bem como as UBSFs (Unidades Básicas de Saúde da Família) Vila Nasser, Jardim Itamaracá e do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) III do Aero Rancho.

Em andamento, sem execução – O relatório ainda detalha obras que estariam “em andamento”, porém com total de 0% de execução. A questão, inclusive, levantou suspeita de vereadores da Comissão Permanente de Obras e Serviços Públicos.

A quarta etapa da obra de drenagem no Jardim Cidade Morena é um dos casos. Ela inclui intervenções na Avenida Gury Marques e nas ruas Floreal e Salomão Buenópolis. O custo estimado é de R$ 2.229.187,44, sendo R$ 376.157,03 provenientes de contrapartida municipal. Situação semelhante ocorre no complexo do Jardim Seminário, etapa C, onda a pavimentação será executada mediante convênio federal de R$ 1.691.270 e contrapartida de R$ 158.730.

Kátia Castilho, secretária-adjunta da Seintrha, esclareceu por meio de assessoria, que a divergência ocorre no início das obras quando ainda não há conclusão de nenhuma etapa pela empreiteira contratada e nem mesmo a medição. Porém, “isso não quer dizer que elas não estejam em andamento”.



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