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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

13/01/2011 10:19

Prefeitura promete estudo para acabar com alagamentos no Guanandi

Aline dos Santos e Nadyenka Castro
Engenheiro e representantes de empreiteira fizeram vistoria na tentativa de acabar com alagamentos. (Foto: João Garrigó)Engenheiro e representantes de empreiteira fizeram vistoria na tentativa de acabar com alagamentos. (Foto: João Garrigó)

Debaixo de chuva, engenheiro da prefeitura e representantes de empreiteira avaliaram a situação na rua Oriboca, paralela a avenida Ernesto Geisel, para pôr fim ao sofrimento dos moradores.

Depois de ter as casas alagadas na chuva da última quinta-feira, eles fecharam a Ernesto Geisel com colchões, sofás e outros móveis destruídos pelas águas. O protesto acabou terça-feira, após intervenção da polícia, e ontem os moradores foram recebidos pelo prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB).

Contudo, ainda será feito um estudo que definirá as ações para evitar novos alagamentos. Desta forma, não há prazo para que a chuva pare de causar estragos no local.

A rua é alagada tanto pelas enchentes do rio Anhanduí quanto pela enxurrada que desce pelo Trevo Imbirussu. Presidente da associação de moradores do bairro Guanandi, Clodoaldo Dias Guimarães explica que a tubulação subterrânea não suporta a vazão.

Os moradores reclamam que as obras de esgoto feitas na região não possibilitam o escoamento da água e por isso ela volta pela tubulação e atinge as casas.

Engenheiro da Seintrha (Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação), Sílvo Cesco afirma que é preciso fazer um estudo no local. “Para resolver o mais rápido possível”. Porém alerta: “Não é um problema fácil de resolver”.

Depois de liderar o protesto e anunciar até greve de fome, Clodoaldo demonstra compreender as dificuldades do poder público. “A gente sabe que vai levar um tempo, tem a burocracia”, enfatiza. O problema persiste há três anos, conforme os moradores.

Hoje, a chuva que cai desde o início da manhã não causou alagamento na rua Oriboca. As margens do rio Anhanduí apresentam apenas os estragos causados pela chuva da semana passada.

O rio nasce na região central da cidade, formado pelos córregos Prosa e Segredo, e é tributário do rio Pardo. O Anhanduí também é o curso d'água com entorno mais populoso. A microbacia hidrográfica abrange cerca de 30 bairros da Capital, como o Aero Rancho, Jacy e Parati.



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FINALMENTE APARECEU ALGUEM PARA CUIDAR DISSO GENTE. ESPERO QUE EXECUTEM COM RAPIDEZ E NÃO FIQUEM NESSA DE ALABORAR UM PROJETO PARA DISCUTIR, PASSAR POR ESSE, AUQLE GABINETE, PASSARA PARA O PREFEITO, VOLTAR A DISCUTIR E DEPOIS DE MUITAS DICUÇÕES AGENDAR A EXECUÇÃO PARA O FIM DO ANO.
PRECISAMOS DE AGILIDADE PARA REALIZAR AS OBRAS QUE ATENDEM AS NECESSIDADES DA NOSSA GENTE.
 
PEDRINHO SPINA - MEGA-94 em 13/01/2011 03:12:46
O problema de alagamento em Campo Grande necessita de estudos de especialistas em engenharia. Há alguns anos ocorreu inundação no Anhanduizinho,´por força de chuvas torrenciais durante dois dias. É hora de acabar com operações de emergências e partir para ações práticas considerando o relevo de nossa cidade.
 
André Silva em 13/01/2011 02:19:10
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