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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

11/01/2011 11:23

Protesto no Guanandi tem greve de fome e crianças brincando na rua

Ana Maria Assis e Ricardo Campos Junior
Moradores colocaram mesa na rua para bloquear trânsito. Presidente do bairro, no centro, diz estar em greve de fome. (Foto: João Garrigó)Moradores colocaram mesa na rua para bloquear trânsito. Presidente do bairro, no centro, diz estar em greve de fome. (Foto: João Garrigó)

A interdição da avenida Norte-Sul, forma de protesto encontrada pelo moradores do bairro Guanandi para pedir obras que acabem com o problema das enchentes no local, já dura mais de 24 horas e atrai curiosos e crianças para o local. Próximo à avenida Manoel da Costa Lima, galhos de árvores impedem o trânsito e 10 crianças, oito mulheres e seis homens seguem a manifestação, hamando mais gente.

Enquanto crianças brincam e os adultos ficam reunidos debaixo de uma árvore, o presidente da Associação de Moradores do bairro, Clodoaldo Dias Guimarães, 30 anos, anunciou uma greve de fome, desde as 5h de hoje. Ele está no local e afirma que nem água está bebendo.

Os moradores que acompanham o protesto afirmam que vão permanecer no local enquanto o prefeito Nelson Trad Filho ou um representante não comparecer para ouvir suas reivindicações. Enquanto isso, uma viatura da PM (Polícia Militar) permanece no local.

A prefeitura divulgou nota a respeito ontem e informou que não enviará representantes ao local. Conforme a nota, obras para a região já estão contratadas.

Aposentado, Robson Carlos Miranda, 40 anos, afirmou que está na avenida especialmente para o protesto, mesmo não sendo morador do bairro. Ele reside na Vila Jacy. “Eu moro perto daqui, mas isso é uma vergonha. Ontem eu fiquei desde cedo. Tenho amigos na região”, afirmou.

As crianças, que estão de férias, chegam aos poucos. Elas soltam pipa, brincam e anda de bicicleta. Antonina Gonçalves Mendonça, 58 anos, babá que está de folga do serviço, também participa do manifesto e diz que as crianças “estão adorando”. “Eles podem brincar, andar de bicicleta, normalmente a Norte-Sul é um perigo, mas como está tudo fechado, não há carros na rua”.

Os moradores revezam a permanência no trecho. Os trabalhadores aproveitam os horários de folga. Antonina por exemplo, afirmou que a patroa está de férias e por isso ela está trabalhando apenas duas vezes por semana.

Mas há também quem “mata” dia de trabalho para protestar. Maria Cristina Oliveira da Silva, 33 anos, é empregada doméstica e conta que perdeu o dia de serviço pela manifestação. Ela e o marido faltaram o trabalho e estão no protesto. “Nós não vamos perder o emprego por isso, apenas o dia de trabalho, Mas compensa porque o prejuízo do alagamento é bem maior”.



isto é uma vergonha para este prefeito que não da a minima pra população da capital, Nelsinho toma uma atitude de representante da população que o elegeu vai lá conversar com aqueles moradores que tanto sofrem quando chovem, se não a nossa capital vai ficar igual São Paulo morrendo até gente. estou começando a me arrepender de ter votado no sr. prefeito.
 
samuel silva em 11/01/2011 12:56:06
É enquanto nao tiver um planejamento para asfaltar e ampliar a cidade só dende a aumentar os alagamentos. Acontece que o que esta abaixo do asfalto nao aparece, ai porque fazer né. Que tal uma canalização adequada com grades de proteçao e a manutenção dos dutos. Hun tambem não aparece... Numa chuva de 2 ou 3 hrs vamos ter uma capital coberta pela agua.. ai sim vamos ser noticia e mais uma vez em rede nacional, isso sim aparece, a cidade é vista no mundo. Parabens
 
Maria dos Anjos em 11/01/2011 12:37:41
A política da Prefeitura de Campo Grande é de não atender aos protestos, como que se os manifestantes não fossem cidadãos e contribuintes. A propaganda do IPTU é bonita, contudo, a realidade é bem diferente. Belo exemplo de administrador o prefeito ao não atender os moradores de Campo Grande.
 
Antonio Marcos em 11/01/2011 12:17:58
Nada melhor do que fazer piada com quem é piada. As obras em Campo Grande são somente "cascas" de cimento e concreto, que qualquer garoa leva.
 
adalberto rebelo em 11/01/2011 11:43:18
EM 2005 final de ano la para novembro se ñ me engano, foi quando se deu a primeira grande enchente na regiao arvores forAM ARRANCADAS ALAGOU POSTO DE GASOLINA E O QUE SE VE SÃO APENAS MEDIDAS SEM SUCESSO TEM LOCAL QUE FOI FEITO UMAGRANDE PIADA RESTOS DE TRILHO COM PLACAS DE CONCRETO FINCADASS NO CHÃO EMPRESAS CONTRATADAS DINHEIRO JOGADO FORA PASSOU DA HORA DO POVO DESSA CIDADE SE MECHER E DAR APOIO A ESSAS PESSOAS QUE AI ESTÃO E O ILUSTRE APRENDEU BEM TRATAR O POVO COM SEU MESTRE LA NA ALTA BURGUESIA DA RICARDO BRANDÃO TA TUDO CERTO POR ISSO QUE ABOMBA ESTOUROU NA PERIFERIA VIVA O PODER PUBLICO A E ALMENTOU O IPTU!!!!
 
Domingos Savio em 11/01/2011 05:35:36
Entendo que a reclamação dos moradores foi legítima, mas daí manter o bloqueio mesmo depois de ser anunciada a obra que eles queriam é exagero. Seria bem mais prático eles pedirem uma audiência com o Secretário de obras ou com o próprio prefeito. Neste momento, o cidadão que faz a greve de fome não luta por nada a mais que a Prefeitura possa garantir, a situação virou um protesto sem sentido. Acho equivocado apontarem o Prefeito como uma pessoa sem diálogo. Os moradores do condomínio Cachoeirinha, bastante afetados pela chuva ano passado, tiveram reunião com ele, mas porque pediram audiência, etc. O Prefeito não se negou a escutá-los nenhuma vez, mas não precisou de protesto e nem de greve de fome. O problema é que as pessoas esquecem o que é divulgado anteriormente nos jornais. A Internet virou um saco de vomitar críticas infundadas... Uma pena.
 
Maria de Lourdes Moreira Silva em 11/01/2011 04:49:42
Não fazem obras para "atender a população", fazem para a chuva levar e depois de decretar estado de calamidade pública, vem as verbas de emergencia, que "atende eles".
Devido a falta de respeito com o dinheiro público, onde gasta-se muito e gasta-se mal, não fazendo as obras necessárias, entraremos para os rol das cidades contempladas com enchentes e alagamentos, graças a incompetencia de nossos administradores. O problema do Guanandy, nunca será resolvido sem a retirada da população daquela area. Eles estão dois metros abaixo do asfalto, não tem como escoar aguas da chuva. dizer que vai resolver de outra forma é enganação.
 
VALTER OLIVEIRA em 11/01/2011 04:44:42
Como assim estão fazendo greve de fome? É muita falta do que fazer, pois já foi anunciado que a obra foi garantida, inclusive antes mesmo dos protestos! O que eles querem? Ver o Prefeito de perto? Isso é vagabundagem! Nenhuma administração pública pode atender assim sob pressão!! Se atender, daqui a pouco tem greve de fome em toda esquina da cidade, o povo é acomodado!!
 
Wolney Correia em 11/01/2011 04:20:29
Em campo grande nao se da auxilio aos moradores que tiveram suas casas
alagadas. arcam com tudo e toda vez que chover terao prajuizos. essas
obras mal feitas. transito fica um caos. os responsaveis demoram para
solucionar problemas faceis de serem resouvidos. veja o caso dos agentes
de saude, mais de uma semana e nao tem acordo. que tipo de burocracia.
so no brasil.
 
jonas t. c. em 11/01/2011 03:37:52
MEUS AMIGOS ESTOU SOLIDARIA A VCS.SE FOSSE EM EPOCAS DE ELEIÇÕES GARANTO A VCS QUE O SR. PREFEITO IRIA ATE DE JOELHOS ONDE VCS ESTÃO.
MAS AS ELEIÇOES JA SE PASSARAM ,ELE JA CONSEGUIU ELEGER ESSE TAL DE GOVERNADOR,AGORA ELE NÃO PRECISA MAIS DOS VOTOS SEUS,MINHA GENTE ABRAM SEUS OLHOS LOGO,LOGO TEM ELEIÇÕES DEEM O TROCO NESTES POLITICOS OPORTUNISTAS.
 
lucia helena em 11/01/2011 02:57:17
Não é um direito da prefeitura de ir ou não ir ao encontro dos manifestantes.

É um dever do prefeito ir lá ou mandar um representante pois ele foi eleito essencialmente para isso resolver problemas e atender a população.

Mas acho que eles não estão de acordo com a democracia ou não sabem suas obrigações, acordem ai pessoal da prefeitura.
 
Kleber Rogerio Furtado Coelho em 11/01/2011 01:58:11
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