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Capital

Encontro discutirá criação do Centro de Atendimento para Criança e Adolescente

A ideia é que o espaço reúna os principais serviços voltados ao atendimento integral das vítimas de violência

Natália Olliver | 14/04/2023 17:19
Crianças pega brinquedos disponíveis em casas de acolhimeto da Capital (Foto: Arquivo/Campo Grande News)
Crianças pega brinquedos disponíveis em casas de acolhimeto da Capital (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

Na próxima segunda-feira (17), Campo Grande vai discutir a criação do CAI (Centro de Atendimento para Crianças e Adolescentes). O local receberá o nome de CCRAD (Casa da Criança e do Adolescente). A ideia é que o espaço reúna os principais programas e serviços voltados para o atendimento integral de vítimas e testemunhas de violência. O evento vai acontecer às 8h30, no auditório do Bioparque.

O encontro interestadual é realizado pelo Tribunal de Justiça, por meio da Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ), e definirá as tarefas de cada integrante da rede. Além da criação do CAI, outros dois temas serão debatidos no encontro: o Protocolo e o Fluxo de Atendimento Integrado e os Aspectos de Ordem Metodológica da Escuta e do Depoimento Especial.

De acordo com a representante da CIJ (Coordenadoria da Infância e da Juventude) Desa Elizabete Anache, o encontro será o ‘start’ oficial. “Receberemos dois especialistas que falarão sobre o funcionamento do Centro, em especial sobre a articulação entre os órgãos participantes, que proporciona maior agilidade nos serviços”, explicou.

Os palestrantes compartilharão seus conhecimentos no período matutino e, no período da tarde, será realizada uma reunião com os integrantes da rede para definição das tarefas a serem atribuídas a cada um durante o funcionamento do espaço compartilhado.

A juíza colaboradora da CIJ, Katy Braun do Prado, apresentou, no início de março, ao secretário de Segurança Pública e Justiça de Mato Grosso do Sul, Antônio Carlos Videira, um documento norteador para amparar os profissionais na implementação do CAI.

Ele foi elaborado pelo Instituto WCF/Brasil (Childhood Brasil) em parceria com a MMFDH (Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos). O documento ofereceu cooperação da Escola Judicial para a capacitação de servidores da segurança pública na prática da escuta especializada e do depoimento especial.

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