A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

24/11/2017 08:42

Familiares de Brunão e do réu por assassinato protestam no Fórum

Brunão, que na época tinha de 23 anos, morreu após ser agredido, na madrugada do dia 19 de março de 2011

Viviane Oliveira e Bruna Kaspary
Amigos e familiares de Cristhiano diz que caso foi fatalidade (Foto: Marcos Ermínio) Amigos e familiares de Cristhiano diz que caso foi fatalidade (Foto: Marcos Ermínio)

Tanto familiares e amigos do réu Cristhiano Luna de Almeida, 29 anos, que está sendo julgado nesta sexta-feira (24), quanto do segurança Jéferson Bruno Escobar, o Brunão, protestaram em frente ao Fórum de Campo Grande. O crime aconteceu há pouco mais de seis anos, na boate Valley. Brunão, que na ocasião era segurança da casa noturna, foi morto após ser agredido por Cristhiano.

Vestidos com camisetas pretas pedindo por Justiça, a maioria dos familiares de Brunão chegou às 4h em frente ao Fórum, que fica na Rua da Paz. “Não consegui dormir e nem comer. Estou nervosa. Ansiosa”, desabafa a advogada Mayara Cardoso, 29 anos, prima da vítima. Emocionada, Mayara relata que sempre foi próxima de Brunão, mas que os dois se afastaram pouco antes do primo morrer.

Conforme a mãe de Bruno, Ediselma Gomes Vieira, a turma de Crhistiano provocou a família depois que tentaram afixar cartazes na grade do Fórum, um deles com os dizeres: “Foi fatalidade! Estamos com você, Cris. Justiça não é vingança”. Eles, que estão vestidos de camiseta azul, só tiraram a faixa, segundo Ediselma, depois que foram advertidos por um policial. O júri começou às 8h15 e deve terminar no período da tarde. 

Familiares de Brunão seguram cartaz, feito há 3 anos, que pede por Justiça (Foto: Marcos Ermínio) Familiares de Brunão seguram cartaz, feito há 3 anos, que pede por Justiça (Foto: Marcos Ermínio)
O Fórum lotou para o Júri de Chistiano, que começou às 8h15. (Foto: André Bittar)O Fórum lotou para o Júri de Chistiano, que começou às 8h15. (Foto: André Bittar)

Quanto a camiseta, Fernando Luna, tio de Cristhiano, explica que amigos e parentes do sobrinho querem marcar presença. “Estamos aqui para deixar claro que o Cristhiano não é assassino como tem se propagado por ai. Ele é um jovem que tem família”, se limitou a dizer. Segundo Fernando, a família prefere comentar sobre o caso após o julgamento.

Caso - Brunão, que na época tinha de 23 anos, morreu na madrugada do dia 19 de março de 2011. Ele era segurança de um bar localizado na avenida Afonso Pena. Cristhiano se envolveu em confusão no interior da casa e foi retirado por Brunão e colegas.

Já na calçada do local, Cristhiano desferiu golpes no segurança, o que ocasionou a morte da vítima. O réu é bacharel em Direito, praticava jiu-jitsu, mas atualmente atuava como confeiteiro. De início, o rapaz foi autuado por lesão corporal seguida de morte, no entanto, no decorrer das investigações a Polícia Civil verificou que ele teve intenção de matar e o indiciou por homicídio doloso.



Como, pelo simples fato de ele lutar jiu jitsu, luta a qual não envolve chutes nem socos!
e também pelo fato dele estar sendo agredido pelos seguranças da valley!"playboyzinho", kkkkkkkkkkk!! vc conhece a história do rapaz? não julgue sem saber! quem és para julgar alguém? você deve ser perfeita e nunca cometeu erros! tá certo! que nunca cometam injustiças com vc nem sua família! mas procura conhecer os verdadeiros fatos! não o que a midia tendenciosa coloca na rede para ganhar acessos! com todo respeito, fatalidades acontecem, e a todo momento! cabe ver se é bom para vc ou não, caso negativa, não se torna fatalidade, e irá apontar o dedo sem quaisquer conhecimento!
por isso acho que nossa mídia é tendenciosa! apenas quer acessos e venda, sem obrigação da verdade!
 
Pedrao em 27/11/2017 16:06:18
Como uma briga fútil que culminou na morte de uma pessoa que estava trabalhando pode ser considerada fatalidade, como não houve intenção de matar? E se tivesse sido o contrário, os familiares do Cristiano estariam achando que foi fatalidade? O acusado fazia artes marciais, estava bêbado, ou seja, assumiu o risco e agora fica dando uma de coitado? é um playboyzinho de classe média que não teve o mínimo de respeito por um trabalhador e ainda se deu ao direito de fazer brincadeirinhas passando a mão nas nádegas de um homem, em total falta de respeito, isso já mostra claramente a índole dele. Coitado é de quem morreu, da família. A justiça deve ser feita sim e o criminoso deve pagar por seu crime.
 
Mariana Carvalho em 24/11/2017 16:45:52
com todo respeito a familia do bruno, mas quem apenas leu as reportagens tendenciosas, consegue perceber que não houve intenção alguma de ocasionar a morte do segurança!
mídia tendenciosa! isso é vingança, e não justiça!
 
Pedrao em 24/11/2017 09:37:11
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions