Gol do Japão assusta até descendentes, mas torcida ainda espera virada do Brasil
Mais brasileiros do que japoneses, torcedores apostam em reação no mata-mata
O gol do Japão contra o Brasil, aos 28 minutos do primeiro tempo, mudou o clima no salão da quadra de tênis da Associação Nipo Brasileira, em Campo Grande, nesta segunda-feira (29). Reunidos para acompanhar o duelo da fase de 16 avos de final da Copa do Mundo, descendentes de japoneses levaram um susto com a falha brasileira, mas ainda apostavam na reação da Seleção.
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Descendentes de japoneses reunidos na Associação Nipo Brasileira, em Campo Grande, levaram um susto com o gol do Japão aos 28 minutos do primeiro tempo, marcado por Kaishu Sano após erro na saída de bola do Brasil. Mesmo divididos entre as duas torcidas, os presentes mantinham a esperança na reação brasileira. Luciano Kenzo, de 34 anos, apostou em vitória do Brasil por 2 a 1, enquanto Thais Iumi afirmou estar sofrendo na espera pelo empate.
O Japão abriu o placar com Kaishu Sano, após erro na saída de bola do Brasil. O lance pegou de surpresa parte dos torcedores que acompanhavam a partida no clube, localizado na Avenida Ministro João Arinos.
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Entre eles estava Luciano Kenzo, de 34 anos. Antes do gol, ele já dizia que o coração estava dividido, mas com preferência clara pelo Brasil. “As nossas origens falam para torcer para o Japão, mas a gente é brasileiro, então vamos torcer para o Brasil hoje”, afirmou.
Luciano havia apostado em 2 a 1 para o Brasil e manteve o palpite mesmo depois do gol japonês. “Eu falei que o jogo ia ser difícil, mas calma, segura o coração aí que vai sair dois gols do Brasil. Vai ser 2 a 1, o Brasil vai classificar”, disse.
A reação de Thais Iumi foi de susto. Ela acompanhava a partida quando viu o Japão roubar a bola e partir em velocidade para abrir o placar. “Levei um susto. Estava aqui assistindo de boa, de repente o japonês roubou a bola e foi. Já era, rapidão”, contou.
Sem esperar que o Japão saísse na frente, Thais passou a torcer por uma resposta rápida da Seleção Brasileira. “Agora estou sofrendo aqui, esperando o Brasil pelo menos empatar. Vamos ver”, afirmou.
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