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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

26/02/2011 08:50

Justiça revoga prisão de acusado de espancamento e morte

Nadyenka Castro

Eleandro não é mais foragido

Carro da vítima foi destruído pelos autores. (Foto: Danúbia Burema/ Arquivo)Carro da vítima foi destruído pelos autores. (Foto: Danúbia Burema/ Arquivo)

O juiz Carlos Alberto Garcete, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, revogou ontem o mandado de prisão de Eleandro da Silva Araújo, acusado de envolvimento no espancamento e morte de Daniel Delmondes dos Santos, ocorrido na madrugada de 5 dezembro do ano passado, no Jardim Anache, em Campo Grande.

Eleandro foi preso logo após o crime, conseguiu alvará de soltura e neste mês teve a prisão novamente decretada após não ter sido localizado no endereço que havia informado à Justiça.

No entanto, ele procurou a Justiça e informou que tinha se mudado e apresentou as razões da mudança. Diante da situação, o magistrado revogou o mandado.

Paulo Roberto Lopes, apontado como mandante do crime, teve alvará de soltura expedido nesta semana, assim como Everton Rafael Pereira.

Os três e mais quatro pessoas, entre elas um adolescente, são acusadas de matarem Daniel com agressões e ainda com mais de 15 facadas.

Investigações da Polícia Civil concluíram que o crime foi praticado por vingança. Daniel foi até a rua dos Amigos para impedir que o filho matasse o adolescente Lucas Jonathan Pereira Lopes, 16 anos, filho de Paulo Roberto. No entanto, ao chegar ao local, o filho já havia cometido o crime e não estava no local.

Ele foi então morto e teve o carro destruído. Paulo Roberto disse na delegacia que quando Daniel chegou ao local no dia do crime, ele o teria chamado para conversar.

As agressões tiveram início, pois, de acordo com Paulo Roberto, Daniel não queria revelar o paradeiro do filho.

As investigações apontam que Paulo Roberto foi o autor da primeira facada que atingiu Daniel.

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REALMENTE NÃO HÁ JUSTIÇA NESTE PAÍS, É POR ISSO QUE COISAS DESSE TIPO ACONTECEM AOS MONTES.
QUEM PODE TIRAR A VIDA DE ALGUÉM? QUE A JUSTIÇA SEJA FEITA, QUE OS CULPADOS CONTINUEM PRESOS, PELO MENOS ISSO, SENÃO VÃO ACHAR QUE PODEM CONTINUAR A MATAR AS OUTRAS PESSOAS QUANDO POR ACASO SE SENTIREM VITIMAS, POIS PELO QUE PARECE...ESSAS PESSOAS NÃO CONFIAM NA JUSTIÇA e se FORAM SOLTAS, CONTINUARAM A NÃO ACREDITAR.
 
Loraine Gomes Pereira em 26/02/2011 07:17:42
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