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Campo Grande, Quarta-feira, 26 de Setembro de 2018

06/08/2018 16:48

Marquinhos visita obras no Centro e diz que chuva não muda cronograma

Prefeito conferiu obras na 14 de julho e conversou com lojistas, que pedem mais divulgação do funcionamento do comércio

Izabela Sanchez
Prefeito Marquinhos Trad ao lado do responsável pela Engepar, Carlos Clementino (Izabela Sanchez)Prefeito Marquinhos Trad ao lado do responsável pela Engepar, Carlos Clementino (Izabela Sanchez)

O Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), visitou as obras de revitalização do Centro ao longo da Rua 14 de Julho, na tarde desta segunda-feira (6). Marquinhos conferiu os trabalhos, que foram retomados nesta tarde e conversou com lojistas.

Durante a manhã a reportagem do Campo Grande News percorreu o Centro e constatou que a região onde ocorre a revitalização, fechada por tapumes, está tomada por poças e lama. Com as máquinas paradas, os funcionários estavam no canteiro de obras e aguardavam a chuva parar.

“Vim ver se a chuva trouxe problemas, mas está tudo regular, tudo funcionando. Nós colocamos pessoas de plantão. A empresa colocou técnicos e engenheiros para monitorar e não ter contratempo”, comentou o Prefeito.

Marquinhos conversou com os comerciantes e declarou que “todos foram unânimes em aceitar que a obra era necessária”. O Prefeito comentou, ainda assim, que as obras trazem desconforto. Os lojistas cobraram mais divulgação para que a população continue frequentando o centro.

“Aqui foram encontradas manilhas da década de 1940. O solo estava completamente contaminado. Foram encontradas gambiarras de ligações de esgoto, água e fiação elétrica”, comentou.

Responsável pela empresa que revitaliza a região, a Engepar, Carlos Clementino, afirma que, no momento, a obra reconstrói 5 tipos de infraestrutura: água, esgoto, energia, telefonia e drenagem, “Tem que implementar uma nova sem desligar a antiga”, comentou. Segundo ele, o cronograma estipula que as obras sigam até o início de 2020, mas que há possibilidade de terminarem em novembro de 2019.

“Se for uma chuva forte, com enxurrada, molha o terreno e fica saturado, tem perigo de erosão, mas faz parte. Nós fizemos um acompanhamento preventivo e depois no local”, explicou.



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