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Capital

Marquinhos visita obras no Centro e diz que chuva não muda cronograma

Prefeito conferiu obras na 14 de julho e conversou com lojistas, que pedem mais divulgação do funcionamento do comércio

Por Izabela Sanchez | 06/08/2018 16:48
Prefeito Marquinhos Trad ao lado do responsável pela Engepar, Carlos Clementino (Izabela Sanchez)
Prefeito Marquinhos Trad ao lado do responsável pela Engepar, Carlos Clementino (Izabela Sanchez)

O Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), visitou as obras de revitalização do Centro ao longo da Rua 14 de Julho, na tarde desta segunda-feira (6). Marquinhos conferiu os trabalhos, que foram retomados nesta tarde e conversou com lojistas.

Durante a manhã a reportagem do Campo Grande News percorreu o Centro e constatou que a região onde ocorre a revitalização, fechada por tapumes, está tomada por poças e lama. Com as máquinas paradas, os funcionários estavam no canteiro de obras e aguardavam a chuva parar.

“Vim ver se a chuva trouxe problemas, mas está tudo regular, tudo funcionando. Nós colocamos pessoas de plantão. A empresa colocou técnicos e engenheiros para monitorar e não ter contratempo”, comentou o Prefeito.

Marquinhos conversou com os comerciantes e declarou que “todos foram unânimes em aceitar que a obra era necessária”. O Prefeito comentou, ainda assim, que as obras trazem desconforto. Os lojistas cobraram mais divulgação para que a população continue frequentando o centro.

“Aqui foram encontradas manilhas da década de 1940. O solo estava completamente contaminado. Foram encontradas gambiarras de ligações de esgoto, água e fiação elétrica”, comentou.

Responsável pela empresa que revitaliza a região, a Engepar, Carlos Clementino, afirma que, no momento, a obra reconstrói 5 tipos de infraestrutura: água, esgoto, energia, telefonia e drenagem, “Tem que implementar uma nova sem desligar a antiga”, comentou. Segundo ele, o cronograma estipula que as obras sigam até o início de 2020, mas que há possibilidade de terminarem em novembro de 2019.

“Se for uma chuva forte, com enxurrada, molha o terreno e fica saturado, tem perigo de erosão, mas faz parte. Nós fizemos um acompanhamento preventivo e depois no local”, explicou.

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